Arquivo de fevereiro, 2009

Escolha bem seu fornecedor de solução para NF-e

NF-e escolha
A nota fiscal eletrônica (NF-e) representa um dos maiores avanços no processo de fiscalização das transações comerciais que o governo brasileiro vem promovendo nos últimos anos. Muito se tem falado a respeito das vantagens trazidas pela NF-e, como a possibilidade do acompanhamento on-line das transações de compra e venda. Portanto, vamos mudar um pouco o foco da discussão e abordar a responsabilidade que paira sobre as cabeças dos gestores de TI no momento da contratação de uma solução para suas empresas.

Visto que a adoção do novo sistema acontece por meio de uma convocação feita pelo governo, num futuro próximo virtualmente todas as empresas estarão sujeitas a emissão da NF-e, o que fez surgir um mercado extraordinário para as empresas de tecnologia.

Muitas destas empresas – algumas, infelizmente, sem tradição em processos críticos – resolveram desenvolver sistemas dedicados exclusivamente à emissão e gestão de NF-e. Como consequencia, nem todas as soluções disponíveis no mercado atendem às duas demandas básicas da nota fiscal eletrônica: elevado grau de segurança e alta disponibilidade.

Outro agravante: em razão do atual momento econômico crítico, o gestor da área de TI pode sentir-se tentado a pautar sua escolha unicamente pelo preço, procurando reduzir ao máximo o valor total do investimento. Sem dúvida este é um comportamento de risco, que evidencia a ignorância de alguns gestores a respeito do quão crítico é o processo de sua empresa que será delegado ao software de NF-e (o faturamento!).

Fico surpreso com o comportamento de determinadas empresas que investem grandes somas em sistemas de gestão empresarial – ERP – de classe mundial e, no momento de escolher o sistema que será responsável por processar seu faturamento, caem nesta armadilha de buscar simplesmente a solução mais econômica, ao invés de priorizar aquela que melhor atenda o seu negócio.

Embora a demanda por NF-e seja relativamente recente, diversas empresas começam a sentir os problemas decorrentes da decisão errada entre custo e qualidade:

  • Algumas soluções já começam a ser descontinuadas, o que acarreta a necessidade de substituir o sistema atual por um novo, trazendo custos que poderiam ter sido evitados.
  • Outras empresas, ao iniciarem a emissão em ambiente de produção, começam a perceber que o sistema não tem o desempenho necessário que o negócio exige ou apresenta instabilidades que afetam diretamente o dia-a-dia das áreas envolvidas, em especial as de faturamento e logística.

Aqueles que estão com a responsabilidade de adquirir uma solução de Nota Fiscal Eletrônica devem dar especial atenção à escolha do seu fornecedor, priorizando empresas que:

  • comprovem experiência no desenvolvimento de sistemas orientados a processos críticos, que demandam segurança e rapidez;
  • dominem a tecnologia de Certificação Digital;
  • tenham larga experiência no desenvolvimento de sistemas que realizam transações em tempo real;
  • sejam sólidas e não estejam apenas querendo aproveitar uma oportunidade, sem compromisso com a continuidade do sistema;
  • tenham visão de futuro e estratégia de longo prazo.

Ao escolher seu fornecedor, não se deixe impressionar por uma lista de logos de empresas famosas. Lembre-se que não necessariamente estas empresas estão contentes com a solução que adquiriram e muitas delas já estão até substituindo seus sistemas atuais, em virtude de decisões equivocadas.

Por fim, não se deixe ludibriar apenas pelo fator custo. Não deixe um processo crítico de sua empresa ser gerido por uma solução que está no mercado hoje, mas poderá não estar amanhã.

Guilherme Soares Rodrigues
Diretor Comercial para SPED/NF-e
BoldCron

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Parceria BoldCron e Oi Paggo

Oi Paggo

A velocidade com que novas tecnologias avançam já não é mais novidade para ninguém. O celular, ótimo exemplo disso, há tempos deixou de ser um simples “objeto para se fazer uma ligação†e passou a oferecer inúmeros atrativos e funcionalidades: enviar torpedos, acessar Internet e aplicativos, tirar fotografias, ouvir músicas e até assistir televisão… enfim, um aparelho cuja diversidade de aplicações cresce a cada dia.

Assim sendo, não poderíamos deixar de falar das possibilidades que surgem quando aliamos a mobilidade ao pagamento eletrônico.

O M-payment gradativamente conquista seu espaço no mercado e, embora tenha que vencer algumas etapas até sua popularização, já demonstra que veio para ficar. É um processo semelhante ao que ocorreu com os sistemas de internet banking: quem, nos primórdios da rede, poderia prever que o acesso a bancos para saques e investimentos poderia se realizar de maneira totalmente virtual?

A BoldCron, especializada em transações eletrônicas seguras, está atenta a esse movimento e acabou de estabelecer uma parceria com a solução Oi Paggo.

O Oi Paggo é um método revolucionário de pagamentos que usa apenas o seu Celular Oi. Funciona como um cartão de crédito, mas sem a necessidade do cartão. Você escolhe a mercadoria na loja, informa o número do seu celular, confere o valor e autoriza a transação – tudo sem perda de tempo, por meio de mensagens de texto.

Além disso, o Oi Paggo oferece mais segurança para clientes e lojistas: todas as transações são protegidas por uma senha secreta e a tecnologia GSM da Oi é à prova de clonagem.

Tenho certeza de que a parceria BoldCron/Oi Paggo facilitará a integração das lojas de e-commerce que utilizam o BPag com esse novo meio de pagamento, trazendo oportunidades de negócios para ambas as empresas, bem como para os lojistas que a partir de agora contam com a facilidade de receber pagamentos on-line via celular.

Para saber mais sobre o Oi Paggo, acesse www.oipaggo.com.br

Luis Lima
Diretor Comercial em Meios de Pagamento

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Nota Fiscal Eletrônica: SaaS ou Aquisição de Licença?

Licença x SaasCom o amadurecimento gradativo do mercado de NF-e no Brasil, boa parte dos fornecedores de soluções já incorporou em seu portfólio as ofertas Licença e SaaS (Software as a Service), anteriormente chamada de ASP (Application Service Provider).

No modelo SaaS, o cliente utiliza uma aplicação via Internet, pagando uma mensalidade pelo uso do software, seja ela um valor fixo para determinado limite de operações, ou um valor estipulado para cada transação.

Ao avaliar estas duas opções de contrato, a maioria das empresas adota como critério exclusivo o volume de emissão mensal de notas fiscais: aquelas que emitem até cerca de 5.000 NF’s por mês enquadram-se no modelo SaaS, e as que operam acima disto partem para aquisição de licença com implantação da solução em sua infra-estrutura própria.

No entanto, se as empresas levarem em consideração outros custos não tão óbvios de emissão de NF-e, tais como manutenção e operação do ambiente, processos periféricos (backup, storage), depreciação de ativos, etc., poderão encontrar Retorno sobre Investimento favorável na adoção do SaaS para volumes de emissão maiores que o citado acima.

Eu gostaria de chamar a atenção para outro forte motivo para contratação da NF-e na modalidade SaaS: o prazo de implantação e início de produção. Optando pelo modelo de serviços, a empresa economiza não só em máquinas e infra-estrutura – que no modelo licenciamento demandariam investimento de milhares de reais – como também no tempo necessário à aquisição da infra-estrutura e instalação dos equipamentos. Pode-se investir este tempo em tarefas mais importantes, como o processo de integração com o ERP e a condução dos testes e homologação das diversas naturezas de operação de faturamento do emissor. Deste modo, certifica-se que, quando o sistema entrar em operação, nenhuma surpresa desagradável ocorrerá.

A esta altura, você poderia me perguntar: não é exagero tratar o tempo de implantação como fator crítico para a adoção da NF-e? Veja estes dois fatos e conclua você mesmo:

  • É muito arriscado fazer testes simples com poucas notas fiscais eletrônicas e já partir para o modo operacional do sistema. Apenas quando a empresa consegue efetuar uma amostragem significativa de seus faturamentos no ambiente de testes da SEFAZ, é que ela pode assumir que não terá problemas na sua operação real de emissão de NF-e.
  • O fato de se conseguir emitir o XML da NF-e e validá-lo por meio do XSD (XML Schema Definition) definido pela SEFAZ, apontando que a exportação dos dados de faturamento pelo ERP atingiu 100% da exigência do XML, não garante por si só que a empresa irá obter autorização de uso daquela NF-e. Existem armadilhas neste caminho!

Portanto, o modelo de contratação SaaS é relevante também para empresas que, além de emitir um volume relativamente pequeno de notas, dispõem de prazo apertado para atender ao prazo de obrigatoriedade de emissão de NF-e.

Guilherme Holland – Diretor do NF-e Enterprise

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NF-e Enterprise processa mais de 10.000 notas fiscais eletrônicas para Contini

O NF-e Enterprise foi a solução escolhida pela Casa Di Conti para realizar a emissão e gestão de notas fiscais eletrônicas da empresa. Após um projeto de apenas seis semanas, a Casa Di Conti já estava totalmente preparada para a emissão de NF-e.

O sistema entrou em operação em 1º de novembro de 2008 e no fechamento de janeiro/2009 já haviam sido geradas mais de 10.000 notas fiscais eletrônicas com pleno sucesso.

ContiniSobre a Contini

A Casa Di Conti atua no mercado de bebidas desde 1947, quando deu início à fabricação dos mais diferentes tipos de bebidas alcoólicas, como destilados, conhaques, licores e aperitivos. No entanto, foi com a produção de vinhos aromatizados conhecidos como vermutes (dentre os quais o Contini) que a empresa se tornou uma das líderes em vendas no mercado brasileiro e ganhou reconhecimento em toda a América Latina.

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