Arquivo de novembro, 2009

Sua loja virtual transmite confiança ao usuário?

Gostar de um produto e de seu preço Ă© condição necessária para a concretização de uma compra em uma loja virtual, mas nĂŁo Ă© suficiente. Muitas vezes, o cliente nĂŁo se sente seguro para realizar a transação por motivos diversos. A prĂłpria novidade da Internet Ă© um fator inibidor, tendo em vista que as pessoas levam algum tempo para se habituar ao que Ă© novo, como Ă© o caso da compra on-line. Adicione a essa natural inibição os rumores de fraudes nas transações on-line, a dificuldade em saber se a loja existe de fato ou Ă© apenas uma montanha de bits e bytes, se o produto será realmente entregue, se ele realmente Ă© o que a loja prometeu… e vocĂŞ terá um comprador arredio, que poderá desistir da compra por qualquer motivo e a qualquer momento: com o produto no carrinho de compras, no momento de digitar o nĂşmero do cartĂŁo ou atĂ© mesmo ao se dirigir ao banco para pagar o boleto e encontrar uma enorme fila. O objetivo entĂŁo Ă©, alĂ©m de oferecer ao cliente uma loja virtual efetivamente segura, criar um ambiente de compras que transmita confiabilidade ao usuário. Para isso, as medidas a seguir deverĂŁo ajudar.

Seja claro e honesto em suas afirmações. Não adianta exagerar nos argumentos de venda e criar expectativas que não serão atendidas. O usuário sente quando o texto exagera na descrição positiva dos produtos e isso aumenta o seu grau de desconfiança.

Ressalte os cuidados tomados com a segurança da loja virtual. Em tempos de insegurança generalizada, é fundamental lembrar ao visitante que ele pode realizar uma compra totalmente segura em sua loja virtual.  Isso pode ser feito em páginas estratégicas como o carrinho de compras, em locais próximos ao botão comprar, nas telas que precedem a compra por cartão de crédito, nas páginas de ajuda ou orientação geral sobre o site e em locais de grande fluxo de visitantes, como é o caso da home-page.

Esclareça todas as dúvidas. Uma seção fundamental na loja virtual é a página de apoio ao usuário, na qual as dúvidas mais comuns formuladas pelos clientes sejam solucionadas de forma clara e objetiva. Também disponibilize botões de contato bem visíveis para o envio de e-mails e estabeleça um prazo máximo de 12 horas para respondê-los. Além disso, deixe bem visível o número de telefone para contato com a loja. Mesmo que esses meios não sejam utilizados pelo cliente, sua simples existência dará mais credibilidade à loja virtual.

Forneça garantias. Uma declaração, explícita, de que a loja virtual garante o fornecimento do produto exatamente nas condições divulgadas no site irá transmitir mais segurança ao usuário. Afinal, essa declaração, por escrito, não deixa de ser um documento que poderá ser usado contra a empresa em caso de descumprimento. Justamente por isso, procure fazer somente aquelas afirmações que você tem condições de cumprir.

Ofereça amostras. Uma estratégia muito interessante é fornecer amostras de seu produto para que o cliente possa fazer uma avaliação. Empresas que trabalham com produtos digitais como software ou música têm facilidade de fazer isso uma vez que o custo de reprodução é residual. Um usuário que recebe uma amostra e gosta do produto, muito provavelmente se tornará cliente.

Apresente depoimentos de compradores. As pessoas precisam de referências antes de tomar decisões. Um visitante que, pela primeira vez, conhece sua loja virtual e está pensando em comprar sente-se inseguro no momento de decidir a compra. Então um sinal amarelo pode se acender. Para que ele se sinta mais seguro, disponibilize depoimentos de pessoas que já adquiriram os produtos e tiveram uma experiência positiva. Não invente depoimentos. Isto é antiético e desnecessário, pois se a loja oferece um bom produto, naturalmente os clientes farão comentários positivos sobre ele.

Fonte: eCommerceOrg

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NF-e beneficiará a agricultura

Além dos atrativos que a nota fiscal eletrônica (NF-e) apresenta para todos os segmentos econômicos (integração da cadeia produtiva, automatização de processos, economia de papel etc), há um benefício do projeto que favorece de maneira particular os produtores rurais: a geração de estatísticas confiáveis sobre a produtividade do campo.

Explica-se: com a digitalização do recolhimento de ICMS, os dados físicos e financeiros sobre cada cultura passam a integrar as notas fiscais eletrônicas; acrescentando a estes dados a área das lavouras, tem-se as três variáveis necessárias para que o governo e os próprios produtores façam um planejamento adequado do setor, inclusive com a criação de políticas agrícolas que considerem dados reais de produção.

No cenário atual, os dados disponíveis sobre a produtividade do campo nem sempre apresentam a confiabilidade e precisão que a NF-e proporcionará. Basta citar o episódio ocorrido esta semana, quando a Confederação Nacional da Agricultura (CNA) apresentou denúncia a respeito do Censo Agropecuário realizado pelo IBGE em 2006. A CNA alertou que o dado sobre a suposta concentração de terras na área rural, além de errado, foi amplamente divulgado como se representasse um prejuízo ao País.

Segundo a presidente da CNA, a senadora Kátia Abreu, os desvios exibidos pelo Censo Agropecuário IBGE 2006 causaram prejuízos incalculáveis ao setor, cuja importância econômica foi subestimada por causa dos dados divulgados. Além do desgaste de sua imagem, os produtores rurais ficaram sem referências estatísticas confiáveis para a definição de políticas públicas e para a decisão de novos investimentos na atividade.

A melhoria nos processos estatísticos que se inicia com a introdução da NF-e deve se intensificar com a entrada da NFS-e (Nota Fiscal de Serviços Eletrônica), GTA-e (Guia de Transporte Animal Eletrônica), CT-e (Conhecimento de Transporte Eletrônico) e outras iniciativas do governo que gradualmente farão com que a sociedade e o agronegócio estejam bem informados e possam investir em ações com mais garantia de rentabilidade.

Fonte: Agrolink

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E-bit espera aumento de 30% nas vendas online de Natal, com faturamento de R$ 1,6 bilhões

Os varejistas virtuais esperam alcançar um faturamento de R$ 1,63 bilhão no Natal deste ano, o que representará um crescimento nominal de 30% em relação a 2008, quando o setor atingiu R$ 1,25 bilhões em vendas.

As lojas já se organizam quanto ao planejamento e logística, visando atender o aumento significativo na quantidade de pedidos que serão feitos pela internet entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro.

“Diferentemente de outras datas comemorativas, no Natal as pessoas tĂŞm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a compra. Por isso, o volume de vendas Ă© tĂŁo alto em qualquer canal de vendas, principalmente na internet”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Segundo estimativas da e-bit, no carrinho virtual dos consumidores deverão estar livros, categoria que historicamente é a líder do setor, e eletrodomésticos, que devem continuar em alta com a prorrogação do IPI reduzido até final de janeiro.

Eletrônicos e informática também estarão presentes entre os mais vendidos, enquanto o setor de saúde, beleza e medicamentos deve ser a preferência do público feminino.

A evolução do faturamento do comércio eletrônico no Natal:
• 2004: R$ 284 milhões
• 2005: R$ 458 milhões
• 2006: R$ 693 milhões
• 2007: R$ 1,082 bilhão
• 2008: R$ 1,255 bilhão

Com o resultado do Natal, o comércio eletrônico nacional deve fechar 2009 com um faturamento superior a R$ 10,5 bilhões, confirmando a expectativa de um crescimento nominal de 28% em relação ao ano passado.
Já o mercado norte americano, de acordo com o eMarketer, empresa que faz o acompanhamento do setor, deve sofrer uma queda de até 3,1% nas vendas em 2009, caindo de US$ 132,3 bilhões em 2008 para US$ 128,4 em faturamento, provocado pela crise econômica.

Fonte: e-bit

“Com a proximidade do Natal e aumento das vendas on-line, aumenta a importância de questões como alta disponibilidade, planos de contingências, redundância de ambientes, monitoria dedicada e suporte 24 x 7. A BoldCron trabalha na busca de melhoria e disponibilização de serviços tão importantes para suportar o crescimento sazonal do e-commerce.”

Luis Lima – Diretor Comercial em Meios de Pagamentos

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NF-e no Brasil e no mundo

O SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), que inclui a adoção da NF-e (Nota Fiscal Eletrônica) não é uma criação pioneira do governo brasileiro para facilitar o envio de informações das empresas para a Receita Federal. Países como Espanha e Chile foram alguns que aplicaram antes do Brasil estes procedimentos.

Aqui, a obrigatoriedade da NF-e veio através de alterações da disposição do Protocolo ICMS 10/07, a partir de 1º de abril de 2008, para determinados segmentos da economia brasileira; e gradativamente vem aumentando as empresas que precisam utilizar esta ferramenta, por meio dos protocolos ICMS 68/2007 e 87/2008. As organizações que não são obrigadas, mas que desejam utilizar, podem implantar a NF-e nas suas atividades.

Considerada como a precursora da NF-e no mundo, a Espanha deu início a este sistema ainda na década de 1990 e o principal objetivo com esta implantação era reduzir o custo da emissão de papel. Estima-se, de acordo com a Agência Tributária Espanhola, que a redução de custo girou em torno de 15,7 bilhões de euros. Ou seja, inicialmente, a visão espanhola para a iniciativa era mais voltada à sustentabilidade do que para garantia de recebimento de informações.

Nos mesmos moldes da Espanha, o objetivo do Chile ao aplicar a NF-e (conhecida no país como Factura Eletrônica) desde 2003, foi a redução de gastos. A economia com este projeto, considerando o custo da emissão do papel, segundo o Ministério da Economia do Chile, alcançou 800 milhões de dólares.

O Brasil, para criação deste sistema eletrônico, utilizou como base o modelo chileno, com vistas não somente à redução do custo com papel mas também ao aumento da eficiência na arrecadação de impostos.

Nosso País já colhe os resultados desta iniciativa: as empresas obrigadas a emitir a NF-e participaram de aumento na arrecadação em 36,76% no primeiro semestre de 2009 em comparação ao mesmo período de 2007. Apenas no estado de São Paulo, a arrecadação do ICMS ano passado teve uma alta de 14,3% em relação a 2007, enquanto o PIB (Produto Interno Bruto) estadual expandiu 6,9% no mesmo ano, de acordo com estudo da Fundação Seade.

Fonte: FinancialWeb

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Mudanças no sistema Visanet

A Visanet, empresa de meios de pagamentos eletrônicos controlada pelo Bradesco, Banco do Brasil e Santander, anunciou recentemente que o seu novo nome será Cielo: céu em espanhol e italiano. A mudança reflete o ingresso da companhia como credenciadora multibandeira, deixando de ser exclusiva da Visa, assim como é a Redecard.

Paulo Guzzo, vice-presidente de TI e Operações da Cielo, enxerga a mudança como um grande avanço para a companhia, na qual trabalha há cerca de 11 anos. A justificativa para o otimismo é que a empresa de meios eletrônicos de pagamento já oferece produtos e serviços diferenciados do mercado de cartões. A TI apoiará em novos processos e ajustes nos sistemas da organização.

“Muitas dessas soluções são focadas em mobilidade. Atuar com outras bandeiras ampliará a possibilidade de mais inovações aos 1,6 milhão de estabelecimentos comerciais, clientes da empresa”, afirma. Para se ter uma ideia, desde o início da operação da Visanet, em 1996, quando já possuía 140 mil estabelecimentos comerciais, 45 mil POS em 35 mil pontos de venda, a sua trajetória é de lançar produtos e serviços inovadores.

“Sem dúvida, hoje a mobilidade está bastante presente em nosso negócio”, diz Guzzo. Em 2002, a empresa lançou o pré-pago e o terminal wireless. Em 2003, foi a vez do SMS para bancarização; em 2005 entramos com o GPRS seguindo para correspondente bancário, e em 2006, checkout móvel. “E, hoje, nossa rede de cartões com chip só está atrás da Inglaterra”, completa Rômulo de Melo Dias, presidente da Cielo.

Guzzo diz que atuar como credenciadora multibandeira impactará em ajustes no sistema core da companhia, que é de desenvolvimento proprietário. “Isso acontecerá paulatinamente, à medida que fecharmos contratos com outras bandeiras. Isso porque há regras mundiais de interoperabilidade, das quais – a partir do momento que ampliamos o leque de atuação – devemos nos ajustar”, explica.

O VP de TI e Operações da empresa explica que hoje a capacidade de processamento suporta o volume de transações caso a empresa opere com outras bandeiras. “Temos uma capacidade ociosa para 7 bilhões de transações”. Mas o presidente da companhia admite: “atuar em novos mercados exige um investimento em TI”.

Entretanto, ainda não há uma previsão de quando isso possa acontecer, apesar de o contrato de exclusividade com a Visa encerrar em 30 de junho de 2010. Dias explica que a mudança de marca é porque a companhia passa por um tempo de mudança e transformações no mercado, assim como a indústria de cartões. “Nosso objetivo é nos diferenciarmos do mercado e os números da companhia mostram isso”.

Mas a ideia é substituir as máscaras dos POS à medida que houver manutenção do parque ou exigência de uma nova tecnologia ao longo do próximo ano. Clientes com maior volume, segundo Guzzo, tendem a adquirir novas máquinas.

A companhia teve lucro líquido de 396,7 milhões de reais entre julho e setembro, resultado 34,8 por cento superior ao de igual período de 2008, movimento patrocinado pelo aumento de 21,3 por cento do volume financeiro de transações, para 54,2 bilhões de reais.

Líder no setor e hoje a única credenciadora de lojas para os cartões Visa, a companhia prevê fechar 2009 com um avanço de 20,5 a 22,5 por cento no volume financeiro de operações, taxa superior à taxa anualizada da expansão da indústria, que foi de 18 por cento até setembro.

Fonte: Decision Report

“Sem dúvida nenhuma os próximos 2 anos veremos grandes mudanças no segmento de meios de pagamentos. Fatores como PCI/DSS  e a “quebra do duopólio” da Redecard e Visanet trará uma qualificação e aumento de oferta, dois itens importantes para sustentação do crescimento de qualquer mercado.”

Luis Lima – Diretor Comercial em Meios de Pagamentos

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Mais de 500 milhões de NF-e já foram emitidas no Brasil

Em vigor desde abril de 2008, a obrigatoriedade de emissão da NF-e proporcionou resultados positivos em termos de arrecadação. Segundo balanço divulgado pelo Portal da Nota Fiscal Eletrônica (www.nfe.fazenda.gov.br), o Brasil superou a marca de 500 milhões de emissões, o que corresponde a quase R$ 7 trilhões para os cofres públicos.

Em todo o País, as empresas obrigadas a emitir a NF-e contribuíram para aumentar em 36,76% a arrecadação no primeiro semestre de 2009.

Em Santa Catarina, por exemplo, os números chegaram a 24,9 milhões de NF-e emitidas, representando uma arrecadação de aproximadamente R$ 4 bilhões.

Um total de 6 mil estabelecimentos de 54 setores no Estado aderiram Ă  nova regra.

Fonte: TI Inside

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Credenciamento na SEFAZ é indispensável para utilização da NF-e

Se sua empresa está convocada para emissão da NF-e em 2010 (veja lista aqui) e ainda não efetuou seu credenciamento na SEFAZ, recomendamos que o faça o mais cedo possível: o quanto antes os trâmites desta etapa inicial forem cumpridos, mais tempo ficará disponível para a implantação da nota fiscal eletrônica.
Esta recomendação é particularmente válida para as empresas atingidas pela obrigatoriedade de 1/4/2010, uma vez que, nos meses de dezembro a fevereiro, incidem períodos de férias e recessos que podem impactar o cronograma do projeto. Além disso, quanto mais complexa for a operação logística da empresa, mais extenso pode se tornar cronograma de adoção da NF-e, em razão da necessidade de participação de diversos pontos da cadeia produtiva no processo.

Saiba mais sobre o credenciamento na SEFAZ
Para que o contribuinte de ICMS esteja apto a emitir a NF-e, é necessário que cumpra um processo formal de credenciamento junto à Secretaria da Fazenda de sua unidade federada.
Após solicitar o credenciamento, o contribuinte ganha acesso ao ambiente de testes (ou homologação) da SEFAZ, no qual se podem testar funcionalidades como emissão , cancelamento e inutilização de notas fiscais eletrônicas. Este ambiente não tem garantia de disponibilidade, e as operações processadas nele não têm qualquer valor legal.
Cada UF utiliza um sistema de credenciamento com regras específicas sobre as etapas e níveis de controle da homologação do aplicativo emissor de NF-e. Consulte os links abaixo para obter mais informações sobre o processo de credenciamento aplicado por cada unidade federada:

Acre (AC):
Secretaria da Fazenda – Acre.
Instruções de credenciamento – Acre.

Alagoas (AL):
Secretaria da Fazenda – Alagoas.
Instruções de credenciamento – Alagoas.

Amapá (AP):
Secretaria da Fazenda – Amapá.
Instruções de credenciamento – Amapá.

Amazonas (AM):
Secretaria da Fazenda – Amazonas.
Instruções de credenciamento – Amazonas.

Bahia (BA):
Secretaria da Fazenda – Bahia.
Instruções de credenciamento – Bahia.

Ceará (CE):
Secretaria da Fazenda – Ceará.
Instruções de credenciamento – Ceará.

Distrito Federal (DF):
Secretaria da Fazenda – Distrito Federal.
Instruções de credenciamento – Distrito Federal.

EspĂ­rito Santo (ES):
Secretaria da Fazenda – Espírito Santo.
Instruções de credenciamento – Espírito Santo.

Goiás (GO):
Secretaria da Fazenda – Goiás.
Instruções de credenciamento – Goiás.

MaranhĂŁo (MA):
Secretaria da Fazenda – Maranhão.
Instruções de credenciamento – Maranhão.

Mato Grosso (MT):
Secretaria da Fazenda – Mato Grosso.
Instruções de credenciamento – Mato Grosso.

Mato Grosso do Sul (MS):
Secretaria da Fazenda – Mato Grosso do Sul.
Instruções de credenciamento – Mato Grosso do Sul.

Minas Gerais (MG):
Secretaria da Fazenda – Minas Gerais.
Instruções de credenciamento – Minas Gerais.

Pará (PA):
Secretaria da Fazenda – Pará.
Instruções de credenciamento – Pará.

ParaĂ­ba (PB):
Secretaria da Fazenda – Paraíba.
Instruções de credenciamento – Paraíba.

Paraná (PR):
Secretaria da Fazenda – Paraná.
Instruções de credenciamento – Paraná.

Pernambuco (PE):
Secretaria da Fazenda – Pernambuco.
Instruções de credenciamento – Pernambuco.

PiauĂ­ (PI):
Secretaria da Fazenda – Piauí.
Instruções de credenciamento – Piauí.

Rio de Janeiro (RJ):
Secretaria da Fazenda – Rio de Janeiro.
Instruções de credenciamento – Rio de Janeiro.

Rio Grande do Norte (RN):
Secretaria da Fazenda – Rio Grande do Norte.
Instruções de credenciamento – Rio Grande do Norte.

Rio Grande do Sul (RS):
Secretaria da Fazenda – Rio Grande do Sul.
Instruções de credenciamento – Rio Grande do Sul.

RondĂ´nia (RO):
Secretaria da Fazenda – Rondônia.
Instruções de credenciamento – Rondônia.

Roraima (RR):
Secretaria da Fazenda – Roraima.
Instruções de credenciamento – Roraima.

Santa Catarina (SC):
Secretaria da Fazenda – Santa Catarina.
Instruções de credenciamento – Santa Catarina.

SĂŁo Paulo (SP):
Secretaria da Fazenda – São Paulo.
Instruções de credenciamento – São Paulo.

Sergipe (SE):
Secretaria da Fazenda – Sergipe.
Instruções de credenciamento – Sergipe.

Tocantins (TO):
Secretaria da Fazenda – Tocantins.
Instruções de credenciamento – Tocantins.

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TAM migra sua plataforma tecnolĂłgica

Mudança ocorreu no fim de semana de 14 a 15 de novembro

Fonte: TAM Informa

A TAM (Bovespa: TAMM4, NYSE: TAM) implementou nos últimos dias 14 e 15 o seu novo de sistema de gestão de passageiros, o Amadeus Altéa CMS (Customer Management Solution). Com isso, a companhia substituiu seus diversos aplicativos por uma plataforma integrada. A implementação do novo sistema é um passo decisivo para a integração da empresa à Star Alliance, a maior aliança global de companhias aéreas. A plataforma é utilizada por 60% das empresas-membro da aliança. Com a mudança, a TAM passa a adotar requisitos que seguirão padrões mundiais da organização.

A mudança foi planejada de forma a minimizar eventuais transtornos para os clientes. “Estamos evoluindo para oferecer um serviço cada vez melhor aos nossos passageiros, e essa mudança tecnolĂłgica vai trazer uma sĂ©rie de benefĂ­cios. Por isso, pedimos aos nossos clientes que, na medida do possĂ­vel, se antecipem a essa mudança, para evitar contratempos”, afirma LĂ­bano Barroso, presidente da TAM.

“A nossa empresa obteve um excepcional crescimento nos Ăşltimos anos, principalmente em sua atuação internacional. Com isso, chegamos a um ponto em que precisávamos de uma solução tecnolĂłgica mais integrada e flexĂ­vel, que nos auxiliasse no aprimoramento dos nossos serviços e na expansĂŁo da companhia”, declara Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM.

“A entrada na plataforma Amadeus vai preparar a infraestrutura de sistemas da TAM para dar suporte ao crescimento do negĂłcio para os prĂłximos dez anos. Com essa mudança, estĂŁo sendo formados os novos processos da empresa. Entramos numa nova fase, que solidificará as operações da TAM”, comenta Juliana Kfouri, diretora de Tecnologia da Informação da TAM.

A BoldCron se orgulha de participar deste processo junto com a Amadeus e demais parceiros, atuando como provedora de soluções em meios de pagamento on-line por meio da plataforma BPag.

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Comércio eletrônico fatura R$ 450 milhões com o Dia das Crianças

Não foram apenas as crianças que ficaram felizes por terem ganhado presentes no último dia 12 de Outubro. O e-commerce também tem um grande motivo para sorrir graças a essa data comemorativa. Isso porque, de acordo com levantamento feito pela e-bit, o Dia das Crianças faturou R$ 450 milhões, o que significa um aumento de 25% acima do valor registrado no mesmo período em 2008, quando o faturamento foi de R$ 360 milhões.

O principal fator para esse forte crescimento foi o alto tíquete médio das compras realizadas: R$ 339. “É uma tendência que estamos acompanhando este ano. A elevação do tíquete médio no Dia das Crianças é causada principalmente pela preferência dos jovens em serem presenteados com produtos mais caros”, explica Pedro Guasti, diretor geral da e-bit. “Não acredito que os tradicionais brinquedos tenham sido deixados de lado. Mas, na internet, existem recursos que facilitam a compra de produtos de maior valor agregado como, por exemplo, a possibilidade de comparar preços e parcelar em até 12 vezes sem juros”, comenta Guasti.

Entre as categorias mais vendidas nos carrinhos de compras dos e-consumidores estiveram Informática e Telefonia Celular, confirmando a previsão da e-bit de que os pais presenteariam seus filhos com produtos de maior valor agregado. Além disso, Eletrônicos também ocupou um lugar significante no ranking das categorias mais vendidas, enquanto que Brinquedos dobrou a participação de vendas na data sazonal, com 5% do volume de pedidos.

“Mais uma vez o e-commerce provou que é um forte canal de compras em uma data comemorativa. Agora, o mercado deve preparar-se para o Natal, que costuma ser o período mais lucrativo no setor”, finalizou o diretor da e-bit.

Fonte: e-bit Informação (www.ebitempresa.com.br)

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