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iPad 2 chega ao Brasil e bota em cheque os estoques dos e-commerces

Em um anúncio feito às pressas, finalmente a versão 2 do tablet mais aguardado e aclamado do mundo chegou ao Brasil. Muitos céticos acreditavam que a vinda dos aparelhos ao Brasil seria suspensa com o recente anúncio do Governo Brasileiro de que a Foxconn, produtora dos aparelhos na China, passará a fabricá-los em suas operações brasileiras.

Há poucos dias agitando as lojas brasileiras – físicas e virtuais – o aparelho já começa a dar sinais de que o “Efeito Apple” chegou para ficar. No lançamento do produto nas lojas brasileiras, houve casos em que pessoas amanheceram nas filas para serem as primeiras a colocarem as mãos no aparelho homologado para o mercado brasileiro, enquanto no meio virtual, grandes e-commerces relataram lentidões em seus datacenters por conta do grande número de acessos feitos por proponentes compradores e curiosos quanto à precificação do produto.

Apesar de todo o alarde e movimentação, ainda há aqueles que deixaram a opção de compra do aparelho para um segundo momento, acreditando que ainda no final deste ano – ou início do próximo, com a fabricação do produto em terras brasileiras, o valor cairá. A aprovação do enquadramento dos tablets como microcomputadores do Governo Federal tem um efeito colateral positivo: Diminuir drasticamente a carga tributária incidente sobre o produto, que deixará de ser importada e terá estampado em sua embalagem e orgulhosa frase: “Produzido na Zona Franca de Manaus”.

Lojas virtuais já preparam novos pedidos de preenchimento de estoque à Apple, uma vez que a venda do produto tem movimentado milhões no mercado brasileiro. Há casos relatados de lojas (virtuais e físicas) que ficaram sem estoque de determinados modelos do tablet – geralmente os de maior valor.

A questão é que, uma marca como a Apple detém uma legião de seguidores e amantes de seus produtos – que geralmente viajam para outros países para comprar as novidades em primeira mão – que não se importam em pagar um valor maior para ter o produto em suas próprias mãos.

Agora, como padrão nos produtos Apple, há quem diga que a novidade não será ter uma versão 2 do iPad sendo produzida no Brasil, mas sim a sua “futura-possível” versão 3.0. Resta-nos esperar e ver o que a Apple planeja para nós, brasileiros.

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B2B bastante ativo no E-commerce

As grandes corporações estão habituadas com a tecnologia em seu dia-a-dia e obviamente não poderia ser diferente ao lidar com seus fornecedores e clientes.

O mercado B2B (Business to Business) no Brasil está cada vez mais concorrido, afinal são mais e mais empresas sendo criadas diariamente e, com os avanços da nossa economia, junto a esta evolução as empresas estão se informatizando.

Pequenos comércios locais já estão se beneficiando da possibilidade de contar com uma estação de trabalho virtual, onde é possível efetuar o pagamento de contas do estabelecimento, acessar caixas de e-mails e interagir com clientes pela internet e onde cotações são feitas diariamente através de um pequeno website.

Esta realidade tem proporcionado também um aumento significativo no número de negócios gerados através do e-commerce na categoria B2B. Muitos processos – como o fornecimento de materiais de uso comum e mensal em escritórios – já são feitos exclusivamente pela internet, bem como todo o procedimento financeiro que envolve o billing destas vendas corporativas.

Recentemente a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou um estudo em que foi possível acompanhar alguns números do crescimento relativo ao B2B corporativo através do e-commerce. A pesquisa que originou o estudo foi feita com 470 empresas, nacionais e multinacionais dos mais variados portes e todas atuantes em variados níveis do mercado digital.

De acordo com os dados capturados, o B2B representa atualmente mais de 65% de todas as transações oriundas das empresas, além de mostrar também que, para as corporações entrevistadas, o comércio eletrônico já é realidade para 33% dos negócios feitos diretamente com o consumidor.

Outro dado relevante é que, de todo o faturamento das empresas, há uma média de 1,53% de destinação de verbas para projetos relacionados ao e-commerce, um avanço significativo em relação a anos anteriores, em que sequer o e-commerce era considerado nos orçamentos das empresas.

Todos estes processos de B2B virtual são possíveis apenas pela existência de sistemas capacitados para o pleno funcionamento das transações eletrônicas, uma vez que a média dos valores das compras corporativas são relativamente altos em comparação ao tíquete médio comum do e-commerce varejista. Por isso, confiar a plataforma B2B da empresa à um sistema com ausência de recursos pode acabar por deixar o negócio congelado na estagnação.

Com anos de experiência no mercado de sistemas para billing virtual, a BoldCron desponta no mercado tendo as suas plataformas de cobrança – BPag Gateway de Pagamentos – e tributária – NF-eEnterprise – entre as mais utilizadas pelas grandes empresas, sejam do setor automobilístico, tecnológico ou até mesmo da aviação civil. Aproveite o crescimento do mercado B2B e conheça as soluções da BoldCron para os seus negócios.

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Empresas de Jornais, livros e revistas com um maior prazo para se adequar à NF-e

PROTOCOLO ICMS 7, DE 1º DE ABRIL DE 2011

Adia o início da vigência da obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, pelo critério de CNAE, prevista no Protocolo ICMS 42/09, para as Empresas de Jornais.

Os Estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal, neste ato representados pelos seus respectivos Secretários de Fazenda e Receita, tendo em vista o disposto nos arts. 102 e 199 da Lei nº 5.172, de 25 de outubro de 1966, Código Tributário Nacional, e no art. 38, inciso lI, do Anexo ao Convênio ICMS 133/97, de 12 de dezembro de 1997, resolvem celebrar o seguinte:

P R O TO C O L O

Cláusula primeira: Fica prorrogado para 1º de outubro de 2011 o início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e , modelo 55, nas situações previstas nos incisos da Cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09, de 3 de julho de 2009, para os contribuintes que tenham sua atividade principal enquadrada nos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas:
I – 5811-5/00 Edição de Livros;
II – 5812-3/00 Edição de Jornais;
III – 5813-1/00 Edição de Revistas;
IV – 5821-2/00 Edição Integrada a Impressão de Livros;
V – 5822-1/00 Edição Integrada a Impressão de Jornais;
VI – 5823-9/00 Edição Integrada a Impressão de Revistas.

Cláusula segunda: Fica prorrogado para 1º de outubro de 2011, o início da vigência da obrigatoriedade de utilização da Nota Fiscal Eletrônica – NF-e, modelo 55, prevista no Protocolo ICMS 42/09, para os contribuintes que tenham sua atividade principal enquadrada em um dos seguintes códigos da Classificação Nacional de Atividades Econômicas:
I – 1811-3/01 Impressão de jornais;
II – 1811-3/02 Impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas;
III – 4618-4/03 Representantes comerciais e agentes do comercio de jornais, revistas e outras publicações;
IV – 4647-8/02 Comércio atacadista de livros, jornais e outras publicações;
V – 4618-4/99 Outros representantes comerciais e agentes do comercio de jornais, revistas e outras publicações;
VI – 5310-5/01 Atividades de Correio Nacional;
VII – 5310-5/02 Atividades de franqueadas e permissionárias de Correio Nacional.

Parágrafo único. A prorrogação prevista no caput aplica-se, inclusive, à obrigatoriedade de emissão de NF-e nas operações descritas nos incisos da cláusula segunda do Protocolo ICMS 42/09.

Cláusula terceira: Este protocolo entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da
União.

      

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Youtube entra no mercado de televisão digital

O tão concorrido mercado televisivo mundial ganhou um novo concorrente, o YouTube. O maior portal de compartilhamento de vídeos está disposto a tirar ainda mais a audiência das redes de televisão e, quem sabe, das locadoras de filmes.

Em recente divulgação feita pelo jornal norte-americano Wall Street Journal, o Google teria anunciado que pretende investir mais US$ 100 milhões no Youtube nos próximos meses.

Parte destes investimentos será direcionada para a expansão da parceria do YouTube com as gravadoras e distribuidoras cinematográficas, além da criação de canais para produção de conteúdo específico. Segundo a notícia, o Google criará mais 20 novos canais para o YouTube e pretende produzir conteúdo que tenha baixo tempo e custo de produção, aproveitando-se ainda mais da capacidade de divulgação de sua plataforma.

Adicionalmente, através de outra matéria publicada pelo tabloide The New York Times, o YouTube fechou parceria com três grandes produtoras: Warner Bros, Sony e Universal Studio. A parceria pretende expandir os serviços de locação e visualização de filmes sob demanda através do e-commerce de streaming de vídeo YouTube Store – que ainda não está disponível no Brasil.

O valor de investimento será diluído nas próximas ações de expansão da plataforma. O YouTube passou a ganhar atenção especial do Google, principalmente após o comunicado oficial da empresa que anunciou a descontinuação do serviço Google Videos. Todos os vídeos disponíveis na plataforma já foram migrados para o YouTube e já estão sendo assistidos diariamente por milhões de pessoas.

Trata-se de apenas mais uma batalha na briga por audiência, seja ela televisiva ou digital.

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Aumenta a adesão de Estados ao acordo de cobrança do ICMS para o E-commerce

Imposto é coisa séria e dificilmente é ignorado pelas autarquias públicas. Quando o assunto são os impostos oriundos das movimentações financeiras de um mercado que fatura mais de R$ 14 bilhões anuais, aí é que o interesse é grande mesmo.

Recentemente houve uma enxurrada de notícias acerca da nova metodologia de tributação sugerida por alguns Estados, em que o ICMS seria dividido entre o Estado de origem do envio de uma mercadoria adquirida pelo e-commerce e o Estado de destino onde o cliente se localiza.

Trata-se de uma medida de iniciativa do Estado da Bahia, em que os responsáveis tributários da cidade relatam perdas na casa dos milhões com arrecadação de impostos por conta dos produtos comprados via comércio eletrônico de estabelecimentos situados em outras unidades federativas.

Em recente encontro promovido pelas autoridades no Estado do Rio de Janeiro, mais estados aderiram a assinatura do protocolo que prevê o repasse de 7.5% do ICMS cobrado pelo Estado de origem do envio da mercadoria para o estado de destino do produto.

Assinaram o documento: Acre, Amapá, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pará, Espírito Santo, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Pernambuco, Roraima, Rondônia, Sergipe, Paraíba, Bahia e o Distrito Federal.

Atualmente, o Estado da Bahia e alguns outros da região norte e nordeste vinham adotando medidas consideradas por especialistas como de bitributação, pois condicionavam a entrega do produto ao cliente final ao pagamento de uma nova taxa de ICMS, porém, dentro do estado de destino da mercadoria.

O Estado de São Paulo recusou-se a assinaram o protocolo, por isso os produtos enviados a partir de tal serão tributados normalmente (ICMS) e nenhuma alíquota desta carga tributária será repassada aos demais Estados.

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A febre dos encurtadores de URL personalizados

A personalização é fator fundamental de destaque no e-commerce do século XXI. Atualmente as plataformas digitais permitem a colocação da marca em todos os lugares, permitindo que os consumidores se identifiquem ainda mais.

Com o uso constante das redes sociais, cada vez mais é importante fixar a marca no dia-a-dia dos consumidores. Um das redes sociais mais utilizadas no Brasil atualmente (3ª), o Twitter tem como principal destaque a demanda por criatividade, afinal as atualizações se limitam (sem o uso de plug-ins adicionais) aos 140 caracteres disponíveis na plataforma.

Com esta limitação, foram criados os famosos encurtadores de URL, sites com webservices específicos que transformam links grandes em um pequeno emaranhado de código, que permitem o envio de mensagens em conjunto com links. Um post em um blog corporativo, por exemplo, costuma ter uma média de 60 caracteres, o que limitaria o espaço para que uma mensagem de fato fosse escrita no tweet da mensagem.

O uso dos encurtadores de URL facilita o dia-a-dia social das empresas, mas não cria referência de marca, afinal os links se assemelham a “http://migre.me/JYZ323”, por exemplo. Eis então que surgiram sites como o TinyURL, que possibilita a criação de um link um pouco mais personalizado, como por exemplo: “http://tinyurl/MinhaMarca” porém, mesmo com esta possibilidade a personalização ainda não estava completa. Foi aí que surgiu o YOURLS (Your Own URL Shortener – Seu próprio encurtador de URLS).

Agora as empresas já podem criar gratuitamente as suas próprias URLs personalizadas, mantendo sempre em destaque a marca a ser divulgada. Através de uma interface de fácil utilização e que conta com estatísticas apuradas dos cliques feitos nos links encurtados, o YOURLS se destaca entre as soluções.

Com o YOURLS é possível criar um domínio próprio para o encurtamento dos endereços e links a serem divulgados, como por exemplo: “http://mar.ca/Artigo” onde “mar.ca” é o link a ser criado.

Ferramentas como o YOURLS despontam entre as mais utilizadas para a criação de links personalizados e honram o mérito de o serem, afinal possuem uma grande capacidade aliada a uma excelente facilidade de utilização.

Portanto, a criação de URLs personalizadas possibilita uma maior fixação das lojas virtuais para os clientes finais – e de fato o fazem.

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Marcas apostam cada vez mais na criação de lojas virtuais

Independente do mercado em que as grandes empresas atuem, muitas de suas marcas viram verdadeiras joias para seus clientes, como por exemplo, a grife da Ferrari que tem adeptos pelo mundo inteiro.

A faceta comercial de vender produtos de sua marca e vestir, perfumar, ou simplesmente decorar a vida dos consumidores tem sido agora adotada por grandes marcas, porém de uma maneira diferente: Utilizando-se do e-commerce.

A Citroën recentemente lançou uma nova loja virtual que faz a venda de produtos da marca, que vão desde camisetas até canecas e relógios. A La Boutique Citroën traz a possibilidade dos consumidores adquirirem produtos que anteriormente só podiam ser comprados em feiras ou eventos em que a marca participasse.

No meio televisivo, o mais recente investimento de abertura de uma loja virtual para este mercado foi do SBT. No ano em que comemora 30 anos de existência desde a concessão da TVS, a empresa abriu uma loja virtual para a venda de seus produtos comemorativos. Além da rede de Senor Abravanel, a família Marinho da Rede Globo também já possui a loja Globo Marcas há muitos anos. Recentemente, com a possibilidade de anúncio da loja virtual durante a programação da rede, fez-se aumentar a quantidade de vendas do site.

O caminho que a Citroën está percorrendo será traçado em breve por outras marcas, que não se limitam ao meio automotivo. Entre 2011 e 2012, novas marcas terão as suas “fan stores” e movimentarão ainda mais este mercado tão exigente.

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Lição de um E-commerce: Como lidar com o chargeback

O vilão das vendas pela internet está longe de deixar a cena. Proporcionalmente ao crescimento das vendas através de cartão de crédito, que representam mais de 60% de todas as vendas feitas na web brasileira, aumenta também o número de fraudes que necessitam de chargeback.

O mais preocupante do chargeback é quando ele aparece para assombrar as micro e pequenas empresas, principalmente aquelas que lidam com produtos com um tíquete médio grande, como as de informática e eletrônicos.

Se por um lado a compra por cartões de crédito representa uma maior agilidade, tanto no ponto de vista da aprovação da venda – que através do BPag Gateway a consulta à instituição financeira e a liberação da compra são feitas imediatamente – quanto na possível entrega do produto e garantia de recebimento por parte do lojista, por outro demonstra demasiado risco para as lojas que não estão provisionadas com estes tipos de fraudes, que dependendo do produto pode chegar a até 20% de todas as vendas efetuadas.

A venda de um produto para um falsário e o possível chargeback podem acabar com os planos de expansão de um e-commerce e até mesmo fazê-lo fechar as portas e desistir de aproveitar os benefícios deste mercado.

O chargeback é, basicamente, a solicitação de estorno feita pelo dono legítimo do cartão de crédito quando ele não reconhece uma compra que aparece em sua fatura. No varejo tradicional, a medida que evita este tipo de problema é a conferência do RG do cliente – que contém a sua grafia  – e a sua devida assinatura no canhoto de pagamento. Já no e-commerce não há esta conferência, portanto, sem que hajam meios de se comprovar efetivamente que o cliente portador e dono do cartão de crédito efetuou aquela compra, o valor é estornado.

Uma maneira efetiva de se livrar da maioria dos chargebacks e dos possíveis fraudadores é utilizar ferramentas de verificação e análise de risco das transações, que normalmente cobram taxas por transação analisada que variam de acordo com a probabilidade de fraude do produto a ser vendido.

O UOL tem um produto que pode ajudar o seu e-commerce a diminuir os índices de fraudes: O Verifica. Trata-se da solução utilizada pelo UOL que estima o risco de chargeback de transações realizadas através de sua loja virtual. Conheça o Verifica e saiba como ele poderá ajudar os seus negócios.

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Incompatibilidade com o IE9 frustram usuários e desenvolvedores

Após o recente lançamento da versão final do Internet Explorer de sua versão 9, começaram as reclamações de usuários e desenvolvedores com relação às incompatibilidades encontradas na plataforma, que foi testada incansavelmente em sua versão de testes, disponível há praticamente um ano.

Dentre os destaques de incompatibilidade, destaca-se ainda a não atualização dos códigos do Orkut, plataforma social do Google, para aceitação das metodologias do IE9.

Em resumo, muitas das funcionalidades do Javascript, que já são tão trabalhosas para funcionar nos padrões do Firefox, Chrome, Safari, Opera e Internet Explorer nas versões 6, 7 e 8, não estão disponíveis para o IE9. Um dos caminhos para a provável incompatibilidade com o código se dá pelo fato de o novo navegador da Microsoft lidar com uma nova engine de carregamento do Javascript, denominada Chakra. Segundo a empresa, a tecnologia faz o IE9 processar as tarefas de arquivos .js 11 vezes mais rápido do que no IE8.

Outro destaque que têm incentivado o pequeno crescimento do IE9 no número de downloads é a ausência de compatibilidade com o Windows XP, uma plataforma ainda muito utilizada pelos consumidores da Microsoft.

A atualização da plataforma foi bem-vista pelos usuários e já atinge cerca de 1% de todos os usuários da web mundial, de acordo com estatísticas da empresa Net Applications. O crescimento é alto, mas não assuste os concorrentes, principalmente o software livre Firefox, que, com lançamento em data próxima da versão final do IE9, já tem a sua versão 4 sendo utilizada por 1,7% de todos os usuários mundiais.

Com informações do Portal INFO Exame.

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Comércio eletrônico brasileiro se prepara para a chegada do iPad 2

O iPad caiu nas graças do povo brasileiro e despertou uma sensação de perda nas concorrentes, que correram para lançar tablets com funções assemelhadas, mas que continham deficiências da primeira versão do aparelho da Apple, como entradas USB e câmeras.

Como já podia ser previsto, a Apple trabalhou com o feedback dos usuários da primeira versão de seu tablet e lançou a sua versão 2 nos Estados Unidos e Europa. A corrida para as compras foi alucinada – como sempre é notado nos lançamentos da Apple – e pessoas pernoitaram na fila para serem os primeiros a comprarem os produtos.

Aqui no Brasil este tipo de situação não é tão corriqueira, afinal a Apple não lida diretamente com a venda de produtos, apenas os distribui para parceiros estratégicos que se encarregam de fazer a venda ao público, porém ainda existem casos de pessoas que chegam cedo às portas das lojas autorizadas para comprarem os seus equipamentos.

O iPad 2 ainda não chegou oficialmente no Brasil, mas a expectativa é muito grande. Muitos e-commerces já possuem suas campanhas de e-mail marketing e hotsites totalmente prontos para a chegada do produto, sendo necessária apenas a definição de seu valor final ao mercado brasileiro.

Nos EUA, há uma escassez do produto no mercado que têm feito com que diversas pessoas os vendessem por valores maiores no gigante eBay, aumentando em quase 50% o seu valor venal normal.

Pelo preço inflado pelas altas taxas tributárias brasileiras, a expectativa é de que o produto não falte no nosso mercado e que situações como esta sejam raras – ou inexistentes.

Com informações do portal VNews / G1.

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