Arquivo de Pagamentos on-line

Pagar com cartão ficará mais seguro

Comércio investe para se adaptar a normas mais rígidas de segurança e para obter certificação internacional. Grande varejo tem até setembro para atualizar sistema a exigências do conselho mundial das principais bandeiras.
Até 30 de setembro, o pagamento por meio de cartão estará mais seguro no Brasil.
Esse é o prazo estabelecido pela Visa para o grande varejo, as processadoras e as credenciadoras (como Cielo e Redecard) se adequarem às regras do PCI Council.
O PCI é um conselho mundial, formado pelas principais bandeiras de cartão, que cria padrões de segurança.
As grandes varejistas, classificadas com nível 1 pela Visa, são os comércios que registram mais de 6 milhões de transações por ano.
Em 2011, será a vez das empresas nível 2, que têm entre 1 e 6 milhões de transações.
Já a MasterCard exige que comércios que registram mais de 150 mil transações por ano se adaptem ao PCI até 30 de junho de 2011.
Com a adoção dos novos padrões de segurança, inclusive para transações on-line, as empresas receberão uma certificação, que deverá ser atualizada anualmente.
Sem o certificado, elas poderão ser responsabilizadas por fraudes que utilizem brechas no seu sistema, tendo que arcar com os prejuízos.
“Se a empresa não se adequar, pode até perder o direito de transacionar Visa”, alerta Edson Ortega, diretor de Produtos da Visa Brasil.

ADESÃO
Segundo a Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito), há cerca de 30 empresas que se enquadram no nível 1 e outras 400 que estão no nível 2.
O coordenador do comitê de segurança da Abecs, Henrique Takaki, contou que apenas o McDonald’s e a rede de supermercado Dia estão 100% certificados.
“Há grande adesão às regras do PCI, mas o processo é longo, pois exige mudança de infraestrutura e de comportamento nas empresas.”
Para se adaptarem, as empresas realizam auditorias. A Módulo, consultoria autorizada pelo PCI, prevê quadruplicar o número de auditorias em 2010.
“Ao menos 300 empresas devem fazer auditoria neste ano. Muita gente está se antecipando”, afirma o diretor da Módulo Carlos Alberto Costa.

INVESTIMENTOS
O diretor de Tecnologia do McDonald’s, Roberto Galdieri, conta que o Brasil foi o primeiro país da rede a ser certificado, há três anos.
“Desde 2007, já investimos R$ 3 milhões para obter e atualizar a certificação”, afirmou Galdieri.
A CSU, que processa informação de mais de 24 milhões de cartões no Brasil, já investiu cerca de R$ 8 milhões para obter a certificação, prevista para agosto.
O processo começou em 2009, com um levantamento de todo o sistema de segurança da processadora.
A CSU atualizou, então, softwares de proteção, soluções de criptografia e dispositivos de firewall (barreiras para impedir a saída de informações desprotegidas e a entrada de vírus no sistema).
“O PCI exige que a senha do cartão armazenada seja criptografada para que nem nossos funcionários tenham acesso”, explica a diretora da CSU Anacristina Lugli.
As processadoras prestam serviços para os emissores dos cartões, checando se há restrições que impeçam a autorização da compra.

Fonte
  Folha de S. Paulo - São Paulo - SP p. 4

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Comércio eletrônico movimenta R$ 1,6 bilhão no Natal

As vendas por meio da internet no Natal mantiveram a tendência de crescimento verificada no último trimestre de 2009. Pesquisa da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit revela que no período compreendido entre 14 de novembro e 24 de dezembro as vendas on-line totalizaram R$ 1,6 bilhão, aumento de 28% na comparação com o mesmo período de 2008, quando movimentou R$ 1,25 bilhão.

A estimativa da empresa é que as vendas pela internet tenham movimentado algo em torno de R$ 10,6 bilhões em 2009, alta de cerca de 30% em relação aos R$ 8,2 bilhões registrados em 2008. A e-bit calcula que 17 milhões de pessoas tenham realizado compras pela internet no ano passado.

Apenas no primeiro semestre, o comércio eletrônico nacional faturou R$ 4,8 bilhões, um aumento de 27% na comparação com o mesmo período de 2008. No segundo semestre, que geralmente corresponde a 55% do faturamento do setor, o e-commerce deve ter movimentado cerca de R$ 5,8 bilhões – os dados ainda estão sendo consolidados pela e-bit.

Segundo o diretor geral da consultoria, Pedro Guasti, o faturamento expressivo apurado pelo setor no Natal mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de ser um sinal de retomada da confiança para fazer compras. “Para os próximos anos, o crescimento deverá ser ainda maior”, prevê o executivo.

Guasti diz que as lojas virtuais tiveram que se programar para atender a demanda e que sem uma estrutura e logística ficaria difícil receber tantos pedidos no período natalino. “O volume de pedidos nessa época é intenso, já que as pessoas têm o hábito de dar muitos presentes. Por isso, um planejamento antecipado por parte das lojas é mais do que necessário para obter sucesso em datas como essas”, afirmou.

Outro fator citado pelo diretor geral da e-bit é a preferência do consumidor em presentear com produtos de alto valor agregado, como eletrônicos, artigos de informática e eletrodomésticos. Até poucos anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CDs e DVDs. 

Fonte: TI Inside

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Comércio eletrônico se torna cada vez mais viável, para pequenas e médias empresas aumentarem a receita, atraírem novos clientes e gerarem negócios

Em franca expansão, o comércio eletrônico começa a dar sinais de mudanças no Brasil. Embora 90% do faturamento total do e-commerce seja gerado pelos 50 maiores varejistas on-line, pequenas e médias empresas estão aumentando a sua participação no segmento. É o que aponta uma pesquisa divulgada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Realizada com 1201 empresas associadas à entidade – a maioria delas Pequenas e Médias empresas –, o mapeamento revelou que 36% das entrevistadas já fazem negócios via internet, além da comercialização em loja física.
Segundo Sandra Turchi, superintendente de marketing e coordenadora do projeto de inclusão digital da ACSP, o resultado mostra o grande potencial de crescimento na atuação online de varejistas de pequeno e médio porte nos próximos anos.
Não à toa, as que apostam no universo das negociações virtuais já colhem os frutos do investimento em vendas eletrônicas. De acordo com estudo, 55% das empresas que atuam em internet afirmam que as vendas pelo e-commerce representam, em média, 30% de seu faturamento.
“Uma loja virtual tem a possibilidade de expandir o número de clientes, pode funcionar 24 horas sem problemas de atendimento em horários de pico, não tem necessidade de investimento em estrutura física, como gôndolas, expositores, aluguel de loja e equipe de vendedores, além de ter condição de expor uma ‘vitrine’ com maior quantidade de produtosâ€, explica Sandra Turchi.
O comércio eletrônico traz vantagens para os empresários e também para os consumidores.
A Boldcron, empresa do grupo UOL e especializada em soluções eletrônicas seguras, lançou recentemente no mercado o Cobre Direto, solução de e-commerce para Pequenas e Médias Empresas.
O Cobre Direto permite a pequenas e médias empresas parametrizar regras para os diversos tipos de pagamentos e indicar uma instituição financeira, para a qual o montante pago é direcionado automaticamente, sem a necessidade de intermediação.
Para conhecer mais sobre o Cobre Direto acesse www.cobredireto.com.br
Fonte: Cardnews
Por Lucas Mota

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Lojas Virtuais terão Selo Internet Segura em 2010

Material começa a ser oferecido a partir de fevereiro de 2010 e tem como objetivo validar comprar online; lojas virtuais passarão por auditorias.
A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a camara-e.net anunciaram a criação de um selo voltado a validar a segurança sites de comércio online.

A iniciativa, batizada de Selo Internet Segura, passa a vigorar a partir de fevereiro de 2010.

Para obter o selo, as empresas interessadas vão preencher um formulário no site da ACSP e pagar uma mensalidade de 49,90 reais. Este valor será utilizado para o pagamento dos profissionais que realizarão as auditorias trimestrais nos sites.

Quanto aos itens analisados pelos auditores para conceder o Selo, Rolim explica que serão avaliados cinco critérios: logística, meio de pagamento, atendimento ao cliente, risco de fraude e certificado digital de servidor SSL ICP-Brasil.

Ainda de acordo com o superintendente da camara-e.net o selo permitirá que os usuários do site tenham acesso dinâmico à base do SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito e Informações), da ACSP. O objetivo, segundo ele, é garantir a idoneidade do site.

De acordo com dados da ACSP, apenas na cidade de São Paulo existem cerca de 15 mil lojas virtuais e que são potenciais usuárias do novo selo.

Fonte: IDGNow!

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Verifica gerencia risco de fraudes no e-commerce em tempo real

Nova solução do UOL analisa a probabilidade de fraudes em transações eletrônicas financeiras, garantindo segurança ágil e eficiente aos processos de comércio eletrônico

Chega ao mercado o Verifica, nova solução do UOL voltada à análise e gerenciamento inteligente de riscos no comércio eletrônico. Com ela, é possível estabelecer parâmetros para a análise do risco nas transações. O lojista pode, então, definir se e quais transações serão aprovadas automaticamente, separando aquelas que julgue necessitar de uma avaliação mais detalhada. Todos os processos são realizados em tempo real, de forma transparente para o comprador.

“As fraudes geram um enorme prejuízo para as vendas online. Em primeiro lugar, porque afetam a credibilidade do comércio eletrônico e impedem que sua penetração seja tão grande quanto o esperado. Além disso, validar vendas fraudulentas ou rejeitar clientes idôneos também atingem negativamente a credibilidade da empresa e o retorno financeiro previsto para as operaçõesâ€, destaca Ricardo Dortas, Diretor do Verifica. Segundo o executivo, o atual estágio de maturidade do segmento exige uma gestão dos riscos mais dinâmica, transparente e assertiva, para permitir que o potencial do comércio eletrônico seja explorado em sua plenitude.

Entre os diferenciais do Verifica, estão:

·         Plataforma Online – A solução funciona na web, sem a necessidade de investimentos em licença de software ou infra-estrutura;

·         Integração Simplificada – Integração com a loja virtual pode ser realizada pela própria equipe técnica do lojista;

·         Parametrização Customizada – Os indicadores utilizados na análise de risco das transações podem ser customizados de acordo com as particularidades do negócio do usuário;

·         Ambiente Seguro – A transmissão e o tratamento dos dados são feitos em ambiente totalmente seguro, preservando as informações;

·         Análise em Tempo Real – Todas as análises das transações eletrônicas financeiras são feitas em tempo real, garantindo a ausência de impactos negativos no cliente final.

O Verifica já esta integrado ao BPag, gateway de pagamento da BoldCron, empresa do grupo UOL.

Para mais informações, acesse www.verifica.com.br  ou www.boldcron.com.br

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Algumas lições sobre Comércio Eletrônico

Listamos abaixo algumas lições de Ricardo João Magalhães sobre Comércio Eletrônico. Ele, que teve a oportunidade de trabalhar em algumas operações de e-commerce que saíram do zero e atingiram um crescimento de até 1500% em um único ano, oferece estas dicas como contribuição para que outras pessoas se beneficiem da sua experiência e também obtenham êxito em suas iniciativas no mundo on-line.

Lição 1: Permaneça no ataque quando o assunto é servir aos clientes.

Todo mundo sabe que o atendimento ao cliente é importantíssimo para o sucesso do comércio eletrônico, mas poucos levam realmente a sério essa questão, e pouquíssimos são aqueles que colocam em prática algum tipo de estratégia ofensiva de atendimento aos clientes. A grande maioria se coloca na defensiva, apagando apenas os incêndios que o cliente traz.

Confira duas iniciativas proativas de atendimento ao cliente:

a) Plano de Ligações Diárias para clientes que compraram na loja virtual dez dias depois que o pedido foi entregue.

Estima-se que 70% das compras são feitas a base da empatia. Os seus amigos te considerariam um grande amigo se você nunca ligasse para eles?

Os clientes não ficam mais impressionados com vendedores que atendem bem; os clientes ficam impressionados com vendedores que usam o telefone, o e-mail e o messenger proativamente para lembrá-los sobre produtos e serviços interessantes que possam ser do interesse do cliente.

b) Faça o inesperado.

Ligue para o cliente antes que ele ligue para você. Em uma determinada operação que cresceu 1100% em um ano, havia 4 pessoas trabalhando no atendimento ao cliente, e 2 pessoas em vendas. O Atendimento trazia mais vendas do que o tradicional departamento de vendas. Responda todas as perguntas, publique as perguntas no site, no blog, na página de detalhe do produto.

Ninguém consegue ganhar nos esportes se jogar na defensiva. Você precisa atacar para ganhar. Atacar no Atendimento ao Cliente.

Lição 2: Não escute os seus melhores clientes.

Quem gosta da gente, gosta da gente como somos, portanto, quem gosta da gente não quer que a gente mude. Resumo: pergunte o que você deve fazer no seu comércio eletrônico para aqueles que não gostam de você. Converse com os clientes que tiveram experiências não muito boas com você. Crie, mantenha, alimente um banco de dados de clientes insatisfeitos que é usado pela central de atendimento ao cliente para descobrir feedbacks verdadeiros sobre melhorias que a empresa deve oferecer ao mercado. Procure pelo feedback que machuca, as vezes dói, é doloroso, mas é necessário para alavancar o crescimento rápido da empresa.

Lição 3: Desenhe e Redesenhe a loja virtual pensando no cliente e não nas novas tendências em design.

Não perca o seu tempo tentando acompanhar as últimas tendências em design. Implemente mudanças que os clientes estão solicitando. Mantenha um canal aberto com os clientes para descobrir o que eles querem, peça por feedback sobre a loja virtual com frequência e consistência via pesquisas por e-mail, links nas páginas de detalhes dos produtos, na home page e em todas as páginas importantes do site.

A lista das customizações que devem ser implementadas na loja virtual deve conter 95% de sugestões vindas de clientes. Se você não tiver uma lista de sugestões de melhorias advindas dos próprios clientes, você não tem relacionamento com os clientes, ou melhor (ou pior), você não está escutando os clientes.

Lição 4: Coloque no ar quando estiver 80 % pronto.

Você já deve ter notado que a web vive a moda do “beta beste”. Tudo está em beta teste, até o Gmail ainda está em beta teste, e nem por isso está fora do ar esperando a conclusão de alguma funcionalidade fantástica que somente o gerente de produto do Gmail vai perceber. O negócio é ser menos perfeccionista, e lançar a loja quando você chegar a conclusão que 80% da operação está pronta. Não acredite em perfeição, ainda mais quando o assunto é desenvolvimento web. Enquanto você está ocupando buscando a perfeição, os seus concorrentes estão tirando pedidos com suas lojas funcionais.

Não existe o lançamento de produto perfeito. O mundo real é sempre muito diferente do mundo previsto no laboratório. Se você lançar a operação com 80% concluída, você irá receber feedbacks muito valiosos dos clientes.

Lição 5: Crie uma Cultura onde todos são MBA em Flexibilidade.

O mundo perfeito é trabalhar com pessoas flexivéis o bastante para cumprir qualquer prazo de entrega e se adaptar a qualquer situação de stress. O funcionário flexível vai perceber que cumprir uma meta é muito mais importante do que atingir 100% as metas de desenvolvimento.

As equipes de desenvolvimento que entregam projetos de e-commerce fantásticos não são compostas necessariamente por gênios da programação, mas de profissionais flexíveis que cumprem metas. Há, por exemplo, líderes de equipes de desenvolvimento que evitam contratar pessoas muito talentosas que não conseguem entregar uma simples página htm em 2 horas porque precisam um ritual que não faz o mínimo sentido quando se trabalha em equipe.

Lição 6: Não venda o produto, venda a experiência.

A facilidade que existe para colocar milhares de produtos a venda em um e-commerce estimula os empresários a cair na tentação de vender de tudo na loja virtual. Entretanto, o foco da loja virtual deveria ser a experiência da compra. O foco deveria ser ajudar o cliente a comprar. Oferecer conteúdo que ajuda o cliente a decidir antes, durante e depois da compra. O foco deveria ser produzir fotos de produtos, vídeos de produtos que ninguém oferece, e não simplesmente baixar preços e oferecer promoções. Venda a experiência de fazer negócios com você. O cliente tem que olhar para o seu comércio eletrônico como se fosse parte da vida dele, tamanha é a quantidade de dicas e sugestões que você dá para ele levar uma vida melhor. Venda uma filosofia de negócios e não produtos e serviços.

Fonte: Ikeda

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Sua loja virtual transmite confiança ao usuário?

Gostar de um produto e de seu preço é condição necessária para a concretização de uma compra em uma loja virtual, mas não é suficiente. Muitas vezes, o cliente não se sente seguro para realizar a transação por motivos diversos. A própria novidade da Internet é um fator inibidor, tendo em vista que as pessoas levam algum tempo para se habituar ao que é novo, como é o caso da compra on-line. Adicione a essa natural inibição os rumores de fraudes nas transações on-line, a dificuldade em saber se a loja existe de fato ou é apenas uma montanha de bits e bytes, se o produto será realmente entregue, se ele realmente é o que a loja prometeu… e você terá um comprador arredio, que poderá desistir da compra por qualquer motivo e a qualquer momento: com o produto no carrinho de compras, no momento de digitar o número do cartão ou até mesmo ao se dirigir ao banco para pagar o boleto e encontrar uma enorme fila. O objetivo então é, além de oferecer ao cliente uma loja virtual efetivamente segura, criar um ambiente de compras que transmita confiabilidade ao usuário. Para isso, as medidas a seguir deverão ajudar.

Seja claro e honesto em suas afirmações. Não adianta exagerar nos argumentos de venda e criar expectativas que não serão atendidas. O usuário sente quando o texto exagera na descrição positiva dos produtos e isso aumenta o seu grau de desconfiança.

Ressalte os cuidados tomados com a segurança da loja virtual. Em tempos de insegurança generalizada, é fundamental lembrar ao visitante que ele pode realizar uma compra totalmente segura em sua loja virtual.  Isso pode ser feito em páginas estratégicas como o carrinho de compras, em locais próximos ao botão comprar, nas telas que precedem a compra por cartão de crédito, nas páginas de ajuda ou orientação geral sobre o site e em locais de grande fluxo de visitantes, como é o caso da home-page.

Esclareça todas as dúvidas. Uma seção fundamental na loja virtual é a página de apoio ao usuário, na qual as dúvidas mais comuns formuladas pelos clientes sejam solucionadas de forma clara e objetiva. Também disponibilize botões de contato bem visíveis para o envio de e-mails e estabeleça um prazo máximo de 12 horas para respondê-los. Além disso, deixe bem visível o número de telefone para contato com a loja. Mesmo que esses meios não sejam utilizados pelo cliente, sua simples existência dará mais credibilidade à loja virtual.

Forneça garantias. Uma declaração, explícita, de que a loja virtual garante o fornecimento do produto exatamente nas condições divulgadas no site irá transmitir mais segurança ao usuário. Afinal, essa declaração, por escrito, não deixa de ser um documento que poderá ser usado contra a empresa em caso de descumprimento. Justamente por isso, procure fazer somente aquelas afirmações que você tem condições de cumprir.

Ofereça amostras. Uma estratégia muito interessante é fornecer amostras de seu produto para que o cliente possa fazer uma avaliação. Empresas que trabalham com produtos digitais como software ou música têm facilidade de fazer isso uma vez que o custo de reprodução é residual. Um usuário que recebe uma amostra e gosta do produto, muito provavelmente se tornará cliente.

Apresente depoimentos de compradores. As pessoas precisam de referências antes de tomar decisões. Um visitante que, pela primeira vez, conhece sua loja virtual e está pensando em comprar sente-se inseguro no momento de decidir a compra. Então um sinal amarelo pode se acender. Para que ele se sinta mais seguro, disponibilize depoimentos de pessoas que já adquiriram os produtos e tiveram uma experiência positiva. Não invente depoimentos. Isto é antiético e desnecessário, pois se a loja oferece um bom produto, naturalmente os clientes farão comentários positivos sobre ele.

Fonte: eCommerceOrg

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E-bit espera aumento de 30% nas vendas online de Natal, com faturamento de R$ 1,6 bilhões

Os varejistas virtuais esperam alcançar um faturamento de R$ 1,63 bilhão no Natal deste ano, o que representará um crescimento nominal de 30% em relação a 2008, quando o setor atingiu R$ 1,25 bilhões em vendas.

As lojas já se organizam quanto ao planejamento e logística, visando atender o aumento significativo na quantidade de pedidos que serão feitos pela internet entre os dias 15 de novembro e 24 de dezembro.

“Diferentemente de outras datas comemorativas, no Natal as pessoas têm o hábito de presentear familiares e amigos, o que potencializa a compra. Por isso, o volume de vendas é tão alto em qualquer canal de vendas, principalmente na internet”, afirma o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti.

Segundo estimativas da e-bit, no carrinho virtual dos consumidores deverão estar livros, categoria que historicamente é a líder do setor, e eletrodomésticos, que devem continuar em alta com a prorrogação do IPI reduzido até final de janeiro.

Eletrônicos e informática também estarão presentes entre os mais vendidos, enquanto o setor de saúde, beleza e medicamentos deve ser a preferência do público feminino.

A evolução do faturamento do comércio eletrônico no Natal:
• 2004: R$ 284 milhões
• 2005: R$ 458 milhões
• 2006: R$ 693 milhões
• 2007: R$ 1,082 bilhão
• 2008: R$ 1,255 bilhão

Com o resultado do Natal, o comércio eletrônico nacional deve fechar 2009 com um faturamento superior a R$ 10,5 bilhões, confirmando a expectativa de um crescimento nominal de 28% em relação ao ano passado.
Já o mercado norte americano, de acordo com o eMarketer, empresa que faz o acompanhamento do setor, deve sofrer uma queda de até 3,1% nas vendas em 2009, caindo de US$ 132,3 bilhões em 2008 para US$ 128,4 em faturamento, provocado pela crise econômica.

Fonte: e-bit

“Com a proximidade do Natal e aumento das vendas on-line, aumenta a importância de questões como alta disponibilidade, planos de contingências, redundância de ambientes, monitoria dedicada e suporte 24 x 7. A BoldCron trabalha na busca de melhoria e disponibilização de serviços tão importantes para suportar o crescimento sazonal do e-commerce.â€

Luis Lima – Diretor Comercial em Meios de Pagamentos

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Mudanças no sistema Visanet

A Visanet, empresa de meios de pagamentos eletrônicos controlada pelo Bradesco, Banco do Brasil e Santander, anunciou recentemente que o seu novo nome será Cielo: céu em espanhol e italiano. A mudança reflete o ingresso da companhia como credenciadora multibandeira, deixando de ser exclusiva da Visa, assim como é a Redecard.

Paulo Guzzo, vice-presidente de TI e Operações da Cielo, enxerga a mudança como um grande avanço para a companhia, na qual trabalha há cerca de 11 anos. A justificativa para o otimismo é que a empresa de meios eletrônicos de pagamento já oferece produtos e serviços diferenciados do mercado de cartões. A TI apoiará em novos processos e ajustes nos sistemas da organização.

“Muitas dessas soluções são focadas em mobilidade. Atuar com outras bandeiras ampliará a possibilidade de mais inovações aos 1,6 milhão de estabelecimentos comerciais, clientes da empresaâ€, afirma. Para se ter uma ideia, desde o início da operação da Visanet, em 1996, quando já possuía 140 mil estabelecimentos comerciais, 45 mil POS em 35 mil pontos de venda, a sua trajetória é de lançar produtos e serviços inovadores.

“Sem dúvida, hoje a mobilidade está bastante presente em nosso negócioâ€, diz Guzzo. Em 2002, a empresa lançou o pré-pago e o terminal wireless. Em 2003, foi a vez do SMS para bancarização; em 2005 entramos com o GPRS seguindo para correspondente bancário, e em 2006, checkout móvel. “E, hoje, nossa rede de cartões com chip só está atrás da Inglaterraâ€, completa Rômulo de Melo Dias, presidente da Cielo.

Guzzo diz que atuar como credenciadora multibandeira impactará em ajustes no sistema core da companhia, que é de desenvolvimento proprietário. “Isso acontecerá paulatinamente, à medida que fecharmos contratos com outras bandeiras. Isso porque há regras mundiais de interoperabilidade, das quais – a partir do momento que ampliamos o leque de atuação – devemos nos ajustarâ€, explica.

O VP de TI e Operações da empresa explica que hoje a capacidade de processamento suporta o volume de transações caso a empresa opere com outras bandeiras. “Temos uma capacidade ociosa para 7 bilhões de transaçõesâ€. Mas o presidente da companhia admite: “atuar em novos mercados exige um investimento em TIâ€.

Entretanto, ainda não há uma previsão de quando isso possa acontecer, apesar de o contrato de exclusividade com a Visa encerrar em 30 de junho de 2010. Dias explica que a mudança de marca é porque a companhia passa por um tempo de mudança e transformações no mercado, assim como a indústria de cartões. “Nosso objetivo é nos diferenciarmos do mercado e os números da companhia mostram issoâ€.

Mas a ideia é substituir as máscaras dos POS à medida que houver manutenção do parque ou exigência de uma nova tecnologia ao longo do próximo ano. Clientes com maior volume, segundo Guzzo, tendem a adquirir novas máquinas.

A companhia teve lucro líquido de 396,7 milhões de reais entre julho e setembro, resultado 34,8 por cento superior ao de igual período de 2008, movimento patrocinado pelo aumento de 21,3 por cento do volume financeiro de transações, para 54,2 bilhões de reais.

Líder no setor e hoje a única credenciadora de lojas para os cartões Visa, a companhia prevê fechar 2009 com um avanço de 20,5 a 22,5 por cento no volume financeiro de operações, taxa superior à taxa anualizada da expansão da indústria, que foi de 18 por cento até setembro.

Fonte: Decision Report

“Sem dúvida nenhuma os próximos 2 anos veremos grandes mudanças no segmento de meios de pagamentos. Fatores como PCI/DSS  e a “quebra do duopólio†da Redecard e Visanet trará uma qualificação e aumento de oferta, dois itens importantes para sustentação do crescimento de qualquer mercado.â€

Luis Lima – Diretor Comercial em Meios de Pagamentos

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TAM migra sua plataforma tecnológica

Mudança ocorreu no fim de semana de 14 a 15 de novembro

Fonte: TAM Informa

A TAM (Bovespa: TAMM4, NYSE: TAM) implementou nos últimos dias 14 e 15 o seu novo de sistema de gestão de passageiros, o Amadeus Altéa CMS (Customer Management Solution). Com isso, a companhia substituiu seus diversos aplicativos por uma plataforma integrada. A implementação do novo sistema é um passo decisivo para a integração da empresa à Star Alliance, a maior aliança global de companhias aéreas. A plataforma é utilizada por 60% das empresas-membro da aliança. Com a mudança, a TAM passa a adotar requisitos que seguirão padrões mundiais da organização.

A mudança foi planejada de forma a minimizar eventuais transtornos para os clientes. “Estamos evoluindo para oferecer um serviço cada vez melhor aos nossos passageiros, e essa mudança tecnológica vai trazer uma série de benefícios. Por isso, pedimos aos nossos clientes que, na medida do possível, se antecipem a essa mudança, para evitar contratempos”, afirma Líbano Barroso, presidente da TAM.

“A nossa empresa obteve um excepcional crescimento nos últimos anos, principalmente em sua atuação internacional. Com isso, chegamos a um ponto em que precisávamos de uma solução tecnológica mais integrada e flexível, que nos auxiliasse no aprimoramento dos nossos serviços e na expansão da companhia”, declara Paulo Castello Branco, vice-presidente Comercial e de Planejamento da TAM.

“A entrada na plataforma Amadeus vai preparar a infraestrutura de sistemas da TAM para dar suporte ao crescimento do negócio para os próximos dez anos. Com essa mudança, estão sendo formados os novos processos da empresa. Entramos numa nova fase, que solidificará as operações da TAM”, comenta Juliana Kfouri, diretora de Tecnologia da Informação da TAM.

A BoldCron se orgulha de participar deste processo junto com a Amadeus e demais parceiros, atuando como provedora de soluções em meios de pagamento on-line por meio da plataforma BPag.

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