Arquivo de Pagamentos on-line
maio 3, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
Descontos são bem-vistos na maioria das situações e por quase todos os usuários. Quando os descontos alcançam escalas de 80 ou 90%, acabam por ficar irresistÃveis.
É esta facilidade que o mercado de compras coletivas traz para o Brasil, o fato de juntar amigos, aproveitar ofertas e, quando couber, desfrutá-las em conjunto. Promoções em bares, restaurantes e cafés têm como atrativo a junção de amigos e ofertas que podem ter a sua taxa de desconto aumentada de acordo com o número de compradores.
O último relatório preparado pela E-bit em parceria com a Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara E-Net), o Webshoppers, trouxe uma análise especial sobre o mercado de compras coletivas brasileiro e com ele, trouxe uma nova visão sobre o alcance deste mercado no Brasil. O Webshoppers é o primeiro relatório oficial produzido por entidades oficiais brasileiras sobre compras coletivas.
O estudo realizado entre os dias 10/03 e 14/03 entrevistou mais de 4 mil pessoas e constatou que 61% destes consumidores já sabem o significado e o funcionamento de um site compras coletivas. Destes, 49% informaram que já compraram ao menos uma oferta, enquanto os outros 51% ainda não adquiriram cupons de desconto.
Ainda sobre os números, dentre todos os usuários que afirmaram ter comprado ofertas, 82% informaram que comprarão novas ofertas nos próximos três meses. Dos 51% que nunca compraram mas já conhecem o funcionamento, 58% pretendem comprar um cupom futuramente.
Com informações do IDG Now!
maio 2, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
A imagem de um celular na ilustração deste artigo não é por acaso, afinal o uso dos dispositivos móveis é o maior responsável pela conexão constante dos brasileiros com as redes sociais. Os campeões de audiência são os microblogs, que acabam não consumindo muitos megabytes dos pacotes de dados e permitem uma interação em tempo real com os amigos e familiares.
A vida social está no dia-a-dia do brasileiro, que se vê na necessidade constante de se manter atualizado sobre as novidades que o cercam.
Segundo uma prévia de pesquisa recentemente publicada pela empresa E.Life, empresa especializada no monitoramento e análise de mÃdias sociais, constatou que 42,5% dos usuários brasileiros de redes sociais passam quase 6 horas por dia conectados e, destes, 95% utilizam o Twitter (microblog) ou o Facebook.
A média de tempo dos usuários nestas redes sociais é de 6 horas diárias. Estes mesmos usuários considerados “heavy users” confirmaram, proporcionalmente, terem contas no Twitter (47%) e Facebook (48,5%). No ano de 2009, quando o mesmo estudo foi realizado, 49% dos membros entrevistados tinham contas no Facebook e 76% no Twitter. O número, entretanto, não é relevante quando comparado ao total de usuários destas mesmas redes, uma vez que o estudo é realizado diretamente com os membros de cada um dos sites e, os resultados, são condicionados à s respostas dos formulários.
Se os estudos fossem feitos de uma forma diferente, demonstraria que o império do Orkut ante aos usuários brasileiros ainda não caiu. A rede social é a mais utilizada pelo público de classes C e D e ainda é muito popular entre os novos usuários da internet brasileira.
O Facebook permanece em franco crescimento e, sem dúvida, a recente abertura de sua sede no Brasil dará maior margem a este crescimento e proporcionará um grande aumento na quantidade de anúncios e eventos pagos.
Com informações do IDG Now!
abril 28, 2011
· Categoria Pagamentos on-line

O Brasil, paÃs da comunicação móvel, tem acompanhado um maior crescimento do número de usuários móveis, principalmente ocasionado pela facilidade e pela queda de preços nas conexões móveis para dispositivos celulares nos últimos anos.
Diferentemente do encontrado por aqui, nos Estados Unidos a realidade já é mais direta e o uso do celular é constante não apenas para as redes sociais, como também para as compras.
Muitos dos grandes portais e sites de e-commerce norte americanos já são providos de versões para dispositivos móveis. Mas, o acesso não bastaria se não fosse pela facilidade dos meios de pagamentos, que já estão embutidos nos celulares. Hoje, os aparelhos funcionam como verdadeiros cartões de crédito, mas com a facilidade de não ter que sair de casa, do escritório ou até mesmo do trânsito para utilizá-lo.
Segundo pesquisa realizada e publicada pela Oracle nos Estados Unidos, 29% dos entrevistados assumiram que já fizeram pelo menos uma vez uma compra pela internet através de seus celulares. O número é 100% maior em relação ao estudo do ano anterior. Ao considerarmos o número de usuários que confessou utilizar o aparelho móvel para pesquisar produtos, preços e descontos, número cresce para 48% dos entrevistados.
O Brasil, com o aumento da oferta e a diminuição dos valores de tráfego de dados pelas operadoras de telefônica móvel começa a saborear um bom crescimento no m-commerce (comércio eletrônico móvel), porém o número somente terá uma fatia considerável nos próximos anos.
Com informações do portal IG.
abril 27, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
Uma recente pesquisa elaborada pela Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara E-Net) e o E-bit constataram que o público masculino é o que mais faz compras na internet, além de gastar mais quando comparado ao público feminino.
Os dados mostram que o público masculino gasta, em média, 35% a mais que o público feminino, além de representar 57% de todos os consumidores online no Brasil – aproximadamente 13 milhões de homens.
Uma das justificativas para tais dados surpreendentes é que os homens procuram produtos de eletrônica, informática e celulares, que possuem as mesmas caracterÃsticas fÃsicas de uma loja para outra e a única preocupação a ser levada em consideração, por exemplo, é se o aparelho caberá no bolso da calça. Por outro lado, o público feminino tem preferência pela compra de produtos pessoais, como objetos de vestuário, moda e cuidados pessoais, como por exemplo perfumes, cremes, etc. Estes produtos, por necessitarem de uma conferência fÃsica acabam tendo como preferência venal a presença da consumidora na loja.
Segundo análise da psicóloga Danielle Maria Zeoti, publicada no portal da EPTV, “O homem quando vai fazer a compra, ele tem uma tarefa a ser cumprida, e busca agilidade, rapidez e eficiência.” o que realmente se comprova pelo tempo de escolha de um produto pelo público masculino. E ela acrescenta: “A mulher, quando vai ao shopping ela encontra amigas, a compra é embutida de valores pessoais, de relacionamentos pessoais.”.
Com a adoção de novas tecnologias, como a de provar uma roupa virtualmente através da utilização de webcam comum poderão mudar este cenário e deixar o público feminino a frente das vendas virtuais no Brasil.
abril 19, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
Inevitavelmente o crescimento traz seus benefÃcios e os seus pontos de atenção. Quando o assunto é e-commerce, um dos pontos a ser destacado como um dos mais sensÃveis de todo o processo do negócio é, sem dúvida, o atendimento pós-venda e a capacidade de cumprir promessas comerciais.
O Procon de São Paulo mantém uma lista de reclamações dos comércios eletrônicos mais reclamados pelos paulistas e notou uma rápida ascensão no número de reclamações do segmento. Grande parte deste crescimento se deve aos novos clientes que nunca fizeram uma compra pela internet (apenas em 2010 tivemos 5,4 milhões de novos consumidores) e acabam não tendo como sanar as suas dúvidas com atendimentos pós-vendas que deixam a desejar.
Segundo informações do Procon, no relatório de fechamento do segundo semestre do ano passado foram 13.689 consultas efetuadas por cidadãos que queriam checar o histórico de reclamações abertas. Destas, 5.312 tiveram como motivo principal o atraso na entrega de seus produtos. O número é preocupante, pois no mesmo perÃodo de 2009 foram 6.833 reclamações, ou seja, 100% de crescimento quando comparado a 2010. Quando comparado ao crescimento do faturamento do mercado (40% em 2010) e ao número de usuários (30% em 2010), o número de reclamações é assustador.
Uma excelente forma de garantir não apenas a ausência de reclamações por parte de seus consumidores, como também a fidelidade de uma nova compra é assegurar que haja um atendimento pós-venda de qualidade. E, como em uma cadeia produtiva, nós da BoldCron sabemos o quão é importante contar com um parceiro que também saiba valorizar um excelente pós-venda. Por isso, sempre que pensar em gateway de pagamentos de alta capacidade para grandes operações, pense na BoldCron e no BPag como os parceiros ideais para o seu negócio. Aqui na BoldCron, ao final de cada transação financeira nós não deixamos a sua empresa na mão, muito pelo contrário, deixamos o dinheiro nela.
Com informações da coluna de Mônica Bergamo do jornal A Folha de São Paulo.
abril 15, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
A maior economia do mundo, abalada entre 2008 e 2009 pela bolha da especulação imobiliária, volta a se reerguer, pelo menos no comércio eletrônico e demonstra o fôlego do mercado e o seu potencial de crescimento.
De acordo com análise da ComScore, no último trimestre de 2010 faturou US$ 43,4 bilhões e no balanço levando em consideração o ano inteiro, US$ 227,6 bilhões. O valor é 11% maior do que o apurado em 2009.
Este crescimento se dá principalmente pelos pomposos números das vendas de passagens aéreas, que atingiram US$ 85 milhões e os tradicionais US$ 142,5 bilhões do varejo.
Como no Brasil, um dos responsáveis pelo aumento do faturamento do ano passado foram os sites de Group Buying, ou seja, compras coletivas. O GroupOn foi um dos principais coadjuvantes no espetáculo do comércio eletrônico norte americano.
Um dos fatores favoráveis aos norte-americanos está a concorrência travada entre as empresas de logÃstica e transportes, permitindo também um baixo custo – muitas vezes gratuito ao consumidor – na compra de produtos que tenham um valor médio venal baixo.
Os produtos eletrônicos foram os principais responsáveis pela evolução do faturamento do e-commerce norte americano, representando 19% do total de vendas, seguidos por produtos de informática, com 17% e livros e revista com 16%. Um efeito aprovado no final do ano passado foi a Cyber Monday, uma segunda-feira posterior ao conhecido feriado de ThankgsGiving, que rotineiramente é conhecida por suas acaloradas promoções. Apenas no dia da Cyber Monday, o faturamento atingiu US$ 1 bilhão.
O mercado na maior economia mundial já está ativo novamente, este é um bom sinal não apenas para a sua economia interna, como para a economia de todo o mundo.
Com informações da INFO Online.
abril 11, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
O Google anunciou recentemente em seu blog para o público desenvolvedor que o seu Page Rank – conjunto de atribuições responsáveis pelo posicionamento dos sites em seus resultados de pesquisas – também está calculando o tempo de carregamento dos websites e isto, é claro, inclui as lojas virtuais.
Este é o momento em que a estrutura do seu e-commerce deve ser avaliada, reduzindo códigos desnecessários e padronizando a qualidade das imagens em um tom inferior, para que o seu tamanho diminua, aumentando assim a agilidade no carregamento das informações da sua loja virtual.
Entenda o PageRank
O PageRank é um conjunto de algoritmos do Google que posiciona os websites em seus resultados de pesquisas. Dentre outros fundamentos, os abaixo listados são alguns dos principais considerados pela plataforma de pesquisa:
- Relevância do conteúdo do website;
- Quantidade de referências externas que este website recebe de outras páginas na internet;
- Tempo de atualização de suas páginas;
- Termos contidos nas tags de tÃtulo, descrição e até mesmo na URL do site ou loja virtual;
- Atributos ALT e de tÃtulo das imagens e links.
Com uma quantidade de atributos muito maior do que esta, automaticamente a inteligência artificial dos robôs de busca da gigante norte americana posicionam os resultados de acordo com o score atingido.
A Acessibilidade em Jogo
A nova determinação do Google coloca em jogo a acessibilidade, afinal passará a analisar o tempo máximo de carregamento de uma página na web. Atualmente, alguns websites fazem com que o conteúdo seja carregado primeiramente antes de todo o contexto da página, fazendo com que a página seja perfeita para os buscadores e não tão amigável para as pessoas que a visitam.
Os robôs de busca do Google fazem pesquisas automáticas na internet atrás de novos sites e atualizações dos existentes. Estes mesmos robôs, com códigos especÃficos para análise do tempo de carregamento dos websites, serão os responsáveis pela inclusão deste novo algoritmo.
É Hora de Arrumar a Casa
Por enquanto a relevância do carregamento da página para os resultados do PageRank não serão tão impactantes, porém a promessa é para que nos próximos anos o peso do tempo de carregamento da página ascenda.
Este é o momento de reavaliar o seu e-commerce e descobrir em quais pontos ou blocos de conteúdo você poderá reduzir a utilização de alguns poucos kilobytes, que poderão fazer diferença nas próximas visitas do robô.
abril 8, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
Com o crescimento da oferta de produtos e serviços, aumenta também a necessidade de captação de novas bases e fidelização do atual grupo de consumidores. Uma maneira efetiva de fazê-los é a criação de promoções ou concursos culturais atraentes que envolvam os consumidores a participarem e interagirem com a marca.
Porém, o desafio para o mercado de e-commerce atual é lidar com a rápida necessidade de aplicação destes concursos e promoções ao processo administrativo necessário para a liberação destes concursos e promoções, o que muitas vezes demora meses e acaba por não compensar o esforço, dependendo do tipo de produto que será distribuÃdo.
Uma medida que tem se tornado rotineira nas mesas de discussões dos departamentos de publicidade das grandes empresas é a criação de concursos culturais, que não envolvam diretamente a marca nem o produto da empresa, mas que permitam a participação e interação dos consumidores – principalmente através de redes sociais e microblogs – com suas opiniões e visões sobre determinado assunto.
Exemplificando, a legislação atual permite a criação de concursos que sejam estritamente culturais e que não façam referência direta com marcas, produtos, ou que até mesmo condicionem os consumidores a comprarem ou consumirem algo em troca da participação, ou seja, criam-se perguntas aleatórias, como por exemplo uma empresa de fabricação de notebooks e computadores:
Certo: “O que você faria se tivesse um Notebook do ano 2020 em 2011?”
Errado: “O que você faria com o mais avançado Notebook da “TITECH”?*
Errado: “O que você faria se tivesse um Notebook DualStar 3568 Core i7?*
*Nomes aleatórios
Também estão proibidos os concursos culturais que remetam a participação do cliente a sorte ou aleatoriedade, sendo necessário que se tomem como base caracterÃsticas dadas na resposta do cliente como base fundamental para a sua escolha como ganhador(a) do prêmio. Estas diretrizes de peso de cada componente da resposta devem estar explicitados diretamente no Regulamento do Concurso que devem ser amplamente divulgado junto a promoção.
As respostas dos questionamentos feitos nos concursos não poderão remeter a uma resposta lógica ou única, como por exemplo: “O Brasil é um paÃs do continente Europeu?”.
Para se criar um concurso cultural com responsabilidade e sem deixar alguma referência da Lei pendente, recomendamos a leitura de uma Lei e um Decreto da década de 70 que ainda regulamentam o uso e criação de concursos e promoções: Lei 5.768 de 20 de dezembro de 1971 e Decreto 70.951 de 9 de agosto de 1972.
Agora, é só preparar os seus concursos culturais e divulga-lo! Se desejar, divulgue o seu concurso aqui na nossa lista de comentários!
março 30, 2011
· Categoria Pagamentos on-line

O varejo tradicional chinês, em franca expansão, comemora os últimos dados – não oficiais – publicados pelos responsáveis do Censo Oficial da região. Segundo o informativo, já são mais de 1 bilhão e 300 milhões de habitantes e, mesmo com um rÃgido controle do governo sobre a natalidade, trata-se de um número em expansão quando comparado ao último Censo Oficial realizado em 2000. Houve um crescimento de quase 10% da população chinesa em apenas 10 anos.
Os dados inerentes a penetração da internet no paÃs também são animadores para os varejistas do comércio virtual do paÃs. Segundo dados recentes publicados pela Forbes, são mais de 400 milhões de chineses com acesso a internet – e em muitos casos, acesso de alta de velocidade – dando-nos o dado estatÃstico de mais de 30% da população chinesa conectada no mundo digital.
A China tem uma peculiaridade: Há muitos produtos digitais que são especÃficos para o seu mercado. A saÃda recente do gigante Google do mercado chinês é uma prova disto: Mesmo com o Google, o motor de buscas Baidu é o mais famoso e largamente mais utilizado por sua população. O apelo a produtos nacionais ante as tecnologias importadas é forte e também muitas vezes necessário para impulsionar uma economia de trilhões de dólares que tem milhões de pessoas em idade útil para o trabalho e que estão disponÃveis para tal.
O E-commerce chinês tem demonstrado franco crescimento nas últimas análises e de acordo com informações divulgadas recentemente, o e-commerce já responde por quase 5% de toda a movimentação do varejo interno chinês, com uma taxa de crescimento de faturamento anual que beira a casa dos 90%.
A China mostra-se uma economia em franco crescimento não apenas no cenário virtual, como também na economia digital. As semelhanças da China com a situação econômica e digital do Brasil são parecidas – exceto no protecionismo do produto nacional – e farão com que estas economias atinjam até 2030, de acordo com informações de pesquisadores internacionais, a primeira e a quinta posições globais, respectivamente, em faturamento do PIB.
março 18, 2011
· Categoria Pagamentos on-line
Aliar capacidades criativas faz parte do processo de desenvolvimento dos negócios modernos, ainda mais quando lidamos com um mercado competitivo como o das grandes redes de e-commerce nacionais.
Uma atitude que tem sido destaque e tem se tornado case para outras grandes redes é a atitude que o WalMart tem tomado em sua subsidiária brasileira. A empresa firmou parceria com o GroupOn, percursor e maior empresa de compras coletivas do mundo, e tem divulgado as suas promoções para os milhões de clientes cadastrados no website.
Mais do que uma simples venda, a atitude tem convertido favoravelmente ao WalMart em duas vertentes:
- Expansão da base de clientes: Muitos dos clientes que adquirem estes tipos de promoções podem ainda não estar habituados com o e-commerce anunciante, por isso trata-se de um meio efetivo de divulgação de marca e captação de base cadastral;
- Maior visibilidade social: Os sites de compras coletivas vivem das redes sociais e microblogs, por isso a marca do anunciante, neste caso o WalMart, tem sido destacada incansavelmente não apenas pelos sites de compras coletivas responsáveis pelas promoções, como também pelos próprios consumidores no ato de repassar as promoções para amigos e familiares. Indiretamente, trata-se da recomendação de uma loja de sua confiança. Nos dias atuais, a recomendação por parte de amigos e familiares ainda é fundamental para se fechar bons negócios e se optar pelo local ideal onde investir o seu rendimento, neste caso, a compra de um produto desejado.
Outras redes de varejo online já planejam jogadas semelhantes. Resta-nos saber quem irá tirar o melhor proveito. As peças estão postas no tabuleiro.