Segurança no E-commerce: A melhor defesa é o ataque

Como em muitas estratégias adotadas em um jogo de xadrez, a complexidade que circunda diariamente os aspectos tecnológicos do e-commerce brasileiro. Quanto mais notoriedade uma loja virtual possui, maior é a quantidade de tentativas de invasões detectadas diariamente por seus centros tecnológicos. E o que o xadrez tem a ver com isso? Em muitos jogos, a melhor forma de se ganhar uma partida é manter a sua defesa, mas para muitos especialistas, tanto do esporte, quanto da tecnologia da informação, a melhor estratégia é o ataque.

As invasões às lojas virtuais geralmente ocorrem por conta de utilização de softwares opensource desatualizados, senhas de administração inseguras ou até mesmo vulnerabilidades presentes nos códigos do website. O crescimento do número de invasões tem acompanhado o ritmo da economia brasileira e surpreende até mesmo os mais experientes analistas de segurança. Segundo informações da Site Blindado S/A, empresa especializada na proteção dos maiores e-commerces do Brasil, mais de 80% dos sites online no mundo possuem algum tipo de brecha de segurança.

Existem empresas, como a HackerSafe norte americana e a Site Blindado brasileira que se especializaram em tentar invadir os sites de seus clientes. Através da adoção de técnicas avançadas e na contratação de pessoal treinado para tal, as empresas são responsáveis por milhares de tentativas de invasões diárias em cada uma das páginas de seus clientes. Todo o procedimento é feito como uma espécie de auditoria, gerando relatórios dos mais variados tipos.

A maioria das empresas que trabalham no mesmo segmento da Site Blindado oferecem selos de segurança que atestam a efetividade da proteção do website. A utilização destes selos, segundo a empresa, é fundamental para 70% das compras feitas na web, denotando a importância que os consumidores dão a estes tipos de certificações de proteção.

Para as lojas virtuais em franco crescimento, ter um selo de autenticidade de segurança pode ser decisivo entre a escolha por uma nova loja ou fidelização dos consumidores.

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Redecard de olho na liderança do mercado

Aquecido após a regra que trouxe a possibilidade de aceitação dos cartões de crédito VISA nas máquinas Redecard e MasterCard nas máquinas da Cielo, o mercado de cartões de crédito no Brasil passa por franca expansão. Lojistas têm nas mãos a possibilidade de diminuição de custo operacional, com a vantagem de ter apenas um equipamento POS em seu estabelecimento, com o pagamento de uma só mensalidade e reembolso feito em uma única conta corrente.

A Redecard, segunda colocada entre as empresas de capturas de transações com cartões de crédito e débito, planeja alcançar em breve a primeira posição no mercado, desbancando a atual líder Cielo. A movimentação para que isto ocorra já foi iniciada com a entrada do novo presidente da empresa, Claudio Yamaguti.

Com o objetivo de redução dos custos operacionais da empresa e forte investimento na captação de novas bandeiras a serem aceitas pelas máquinas da Redecard, o executivo almeja a primeira posição do mercado, sem que haja a necessidade de forte diminuição de preços aos lojistas finais.

A estratégia de crescimento da empresa foca-se na ampla oferta de possibilidades e novas bandeiras, como a recente novidade de integração dos cartões Hipercard (do Walmart, controlada pelo Itaú Unibanco) aos seus atuais lojistas. A integração, até então negada por sua controladora, devia-se ao fato de o Walmart não possibilitar a utilização do cartão em estabelecimentos concorrentes, medida que foi alterada, pelo menos, para os próximos 20 anos.

Além disso, a busca por aceitação regional de bandeiras pode elevar a participação da companhia no mercado, uma vez que cartões da chinesa China Union Pay e da argentina Cabal já podem ser utilizados nos estabelecimentos credenciados.

Apesar da resistência de suas controladores, espera-se ainda que bandeiras como Visa Vale e a novata Elo também façam parte do leque de cartões aceitos nas máquinas da Redecard nos próximos meses.

Com informações do Valor Econômico.

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Ranking das lojas virtuais brasileiras mais visitadas de Julho

Com o compromisso BoldCron de acompanhar o mercado de e-commerce nacional, iniciamos hoje uma série bimestral de artigos voltados ao comparativo das lojas virtuais brasileiras com maior número de visitas, segundo a análise internacional do Alexa.

A análise é feita de acordo com as visitas dos sites e terá, também bimestralmente, análise de duas lojas virtuais de grande porte, demonstrando estatísticas e informações sobre as visitas destes e-commerces.

Confira a lista de Agosto para as lojas virtuais mais visualizadas de Junho/Julho:

Ranking das Lojas Virtuais mais acessadas no Brasil segundo o Alexa

 

1 – Submarino.com.br | 38° (BR) | Grupo B2W

2 – Americanas.com | 39° (BR) | Grupo B2W

3 – Magazineluiza.com.br | 85° (BR)

4 – Walmart.com.br | 86° (BR)

5 – Livrariasaraiva.com.br | 87° (BR)

6 – Comprafacil.com.br | 93° (BR) | Grupo Hermes

7 – Pontofrio.com.br | 94° (BR) | Nova PontoCom

8 – Extra.com.br | 95° (BR) | Nova PontoCom

9 – Casasbahia.com.br | 120° (BR) | Nova PontoCom

10 – Carrefour.com.br | 142° (BR)

O Carrefour surpreendeu a lista por ter sido uma das últimas redes de varejo com loja física a adentrar ao e-commerce brasileiro. O Walmart, no entanto, com poucos meses de diferença para o Carrefour no quesito presença no mercado, briga com a MagazineLuiza pela entrada no Grupo dos 3+ do E-commerce nacional.

Submarino (Grupo B2W)

O Submarino é um dos sites mais famosos da web brasileira, tendo sido pioneiro no mercado nacional. A sua reputação representa mais de 5.000 sites diferentes com direcionamento para as suas páginas e ofertas. Esta quantidade de “linking†foi obtida através de programas de filiação que remuneram blogueiros e outros profissionais web para cada indicação.

Na análise mundial, o website ocupa a posição de número 1.497, sendo requisitado também por usuários dos seguintes países: EUA (0,7%), Japão (0,6%), Noruega (0,6%) e Portugal (0,5%). Ainda levando em consideração todos os sites do mundo, cerca de 0,06% de todo o tráfego da internet mundial é utilizado em acessos ao Submarino.com.br.

Cerca de 16,2% de todas as visitas que chegam ao website são oriundas de buscadores (sem considerar os comparadores de preços). Em análise que considera quais sites precedem o acesso ao Submarino.com.br, podemos destacar: 24,91% vieram do Google Brasil (.br), 8,16% do Google Internacional (.com), 6,67% do UOL, 5,26% da Americanas.com e 4,23% do Buscapé.

Americanas.com (Grupo B2W)

Pertencente ao Grupo B2W – como o Submarino – a Americanas.com é sinônimo nacional de e-commerce. Hoje a representatividade e comparativo das vendas virtuais com as vendas físicas das lojas do grupo denotam o poder do e-commerce no mercado nacional. Segundo o Alexa, são 1.523 links de retorno à loja virtual, ou seja, o caminho do sucesso obtido pelo Submarino em seu programa de filiação.

Em comparação aos websites do mundo todo, a Americanas.com ocupa a posição de número 1.555. Ao contrário do Submarino, possui pouca representatividade nos acessos internacionais, tendo 98,3% de seu tráfego gerado por usuários brasileiros e apenas 1,7% de outros países.

Sobre as indicações de acesso, 30,34% das visitas vêm do Google Nacional (.br), 7,01% do UOL, 5,44% do Submarino, 5,05% do Buscapé e apenas 4,68% do Google Internacional (.com).

Importante: Todas as informações contidas, tanto no ranking, quanto nas análises aprofundadas, estão disponíveis gratuitamente através do Alexa.com, site de estatísticas mundialmente conhecido, que faz parte do Grupo Amazon.com. Os dados aqui representados são de responsabilidade da empresa.

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eBay é responsabilizado pela disponibilização de produtos falsificados

O eBay, representação internacional que reflete um mercado que no Brasil é dominado pelo MercadoLivre, pode ser responsabilizado pela venda de produtos proibidos e falsificados em sua loja virtual.

Quando um novo cadastro é feito na plataforma, termos de serviços devem ser aceitos para isentar o eBay de qualquer tipo de reclamação oriunda da comercialização de produtos proibidos. No entanto, de acordo com informações obtidas de um processo em julgamento na União Europeia, o eBay deve ser tido como responsável em conjunto com os vendedores das mercadorias pelos incidentes de quebra de patentes, venda de produtos proibidos, venda de produtos falsificados, dentre outros.

Em decisão da Corte Europeia, o eBay deverá ser responsabilizado pelas vendas efetuadas por seus usuários, independente da existência ou não dos termos de serviços. Além disso, a empresa deverá manter monitoramento ativo e contínuo dos produtos a serem comercializados. Acredita-se que, se realmente obrigado a tal, o eBay fará o procedimento de análise prévia de forma antecedente à aprovação de comercialização das mercadorias, o que poderia fazer com que o site ficasse menos atrativo, uma vez que muitos dos produtos vendidos não possuem nenhum tipo de comprovante fiscal.

Segundo denúncia da L’Oreal, fabricante de cosméticos francesa, usuários do eBay estariam comercializando ilegalmente produtos da empresa que são marcados para testes e que possuem a sua venda proibida no mercado, seja ele físico ou virtual.

Aguarda-se ainda que o eBay recorra à decisão e, caso não tenha sucesso, avalie uma maneira de monitoramento das vendas feitas em seu site para residentes da União Europeia.

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Brasil lidera ranking de América Latina no acesso a sites de compras coletivas

Recente levantamento divulgado pela comScore demonstra a realidade de visitação e penetração do mercado de compras coletivas no Brasil e em outros países da América Latina. No entanto, o estudo não levou em consideração acessos de usuários feitos por locais públicos, como lan houses, por exemplo, e também via dispositivos móveis, que atualmente são muito utilizados por boa parte dos acessos no Brasil.

Segundo os dados revelados, o Brasil é o país da América Latina que possui a quantidade de acessos a sites de compras coletivas: Foram 6,8 milhões de visitas, deixando a Argentina (1,8 milhão de acessos) e México (1,3 milhão) para trás. A penetração da quantidade de visitas em relação aos usuários online na web brasileira é de 16,1%, resultado do forte apelo que os sites de compras coletivas possuem na população brasileira. Nas estatísticas gerais, a América Latina inteira representou 11,6 milhões de visitantes, o que representa, segundo o estudo, 10% da população online que é de 116,6 milhões de pessoas.

No Brasil, o “boom†de crescimento se deu com a chegada de players como o Groupalia e, claro, o Groupon, que impulsionaram o mercado de compras coletivas. Ainda hoje, muitos dos adwords visualizados em sites de grande influência de visitação ainda estão sendo veiculados pelo Groupon, o que representa o domínio das mídias publicitárias online da empresa. O Groupon, inclusive, foi o site que angariou o maior número de usuários, com quase 4,8 milhões de visitantes na AL e 2,5 milhões no Brasil, seguido do Groupalia, com cerca de 2,3 milhões de visitas na AL.

A comScore divulgou uma lista com os sites de compras coletivas mais visitados da América Latina:

1 – Groupon | 4,76 milhões

2- Groupalia | 2,27 milhões

3 – PeixeUrbano | 2,15 milhões

4 – ClickOn | 1,9 milhão

5 – ApontaOfertas | 1,01 milhão

6 – Clickonero | 605 mil

7 – Agrupate | 578 mil

8 – GuiadasPromocoes | 348 mil

9 – Bananarama | 334 mil

10 – LetsBonus | 306 mil

 

Com informações do IDG Now!

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Câmara E-net defende cobrança única do ICMS

A Câmara E-Net (Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico), uma das entidades mais respeitadas do Brasil quando o assunto é e-commerce, fez um pedido formal à OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) para que intervenha mais fortemente contra a intenção de bitributação de alguns Estados na cobrança do ICMS a partir de vendas feitas por lojas virtuais que estejam em determinadas Regiões do país. O pedido de ajuda não é em vão, pois a OAB já moveu Ações de Inconstitucionalidade (AI) contra três Estados (Ceará, Mato Grosso e Roraima) que insistem na forma bitributada da cobrança, o que é ilegal segundo a Constituição Federal.

Toda esta movimentação está sendo feita em decorrência do Protocolo 21, que fora apresentado no CONFAZ (Conselho Nacional de Política Fazendária) e publicado no início de abril. O documento, assinado por 17 Estados e com a adesão posterior do Mato Grosso do Sul, determina que os Estados que o assinaram terão o direto de exigir os Estados de origem do envio da mercadoria a parcela do ICMS de produto que tenha sido adquirido através de internet, telemarketing ou showroom.

No entanto, segundo o próprio protocolo, a tributação especial só será assim praticada por pelos Estados que o assinarem, o que não é o caso dos Estados das regiões Sul e Sudeste (exceto Espírito Santo, que assinou o protocolo), que são os principais responsáveis por grande parte do fluxo de pedidos e envios do e-commerce brasileiro, uma vez que os meios centros de distribuições dos grandes varejistas estão localizados nessas regiões.

No meio de todo esse imbróglio estão os micro e pequenos comerciantes eletrônicos, que não têm capacidade financeira para entrar com pedidos de liminares para o envio de mercadorias para estes Estados e acabam sendo impactados pela cobrança duplicada do ICMS em suas operações comerciais.

O desejo, tanto da OAB, quanto da Câmara E-Net, é que haja uma regulamentação que trate especificamente e de forma plural para todos os Estados a forma com a qual a tributação será feita e se haverá, ou não, partilha entre os Estados, conforme ocorre atualmente no mercado automobilístico, em que o Estado de origem da produção do veículo retém parte do ICMS e o Estado de destino da mercadoria fica com a outra parte.

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Lojas virtuais norte americanas desembarcam com peso no Brasil

O e-commerce brasileiro, de tão forte que tem se mostrado nos últimos anos, passou também a chamar a atenção de grandes redes varejistas norte americanas, que interessadas no faturamento anual que em 2011 poderá atingir a marca de R$ 20 bilhões, chegam por aqui e montam grandes centros de distribuição e trazem uma concorrência forte para o nosso mercado.

A Amazon.com foi a última empresa que anunciou investimentos no Brasil. Inicialmente, segundo informações não oficiais, o objetivo da empresa é a venda de livros, e-books e a sua plataforma de e-reader, o Kindle. Editoras brasileiras já estão sendo procuradas para o fornecimento de mercadorias para a loja, que é conhecida nos EUA pela sua agressividade comercial no fornecimento de promoções, pré-lançamentos exclusivos, dentre outros.

Outra empresa que reforçou a chegada no Brasil foi a Apple através iTunes. Segundo publicamos em Junho, a empresa chegará um método de venda inusitado, com a venda de cupons em lojas parceiras que trarão códigos que se transformarão em uma moeda virtual a ser utilizada em sua loja na versão brasileira. A notícia é boa para brasileiros que tinham de colocar endereços fictícios nos EUA para poderem comprar suas músicas na versão norte americana da ferramenta.

Uma loja que passou do processo de desejo e abriu as portas por aqui foi a Staples. A marca da rede norte americana oficializou o seu nome no Brasil no primeiro trimestre de 2010, oferecendo produtos para escritórios e sendo concorrente direta de empresas como Gimba e Kalunga. O diferencial da marca é que há a fabricação e parceria comercial para inserção da marca da empresa em produtos, como clips, canetas, folhas sulfite e outros suprimentos para escritórios.

Outras lojas virtuais norte americanas e até mesmo europeias estão planejando a abertura de filiais no Brasil, tendo como entrave, além da alta tributação brasileira, a extensão territorial do país e dificuldade logística de se atender a todo o mercado.

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As pequenas empresas e o e-commerce no Brasil

Muito se fala sobre barreiras comerciais e limitações territoriais que podem impedir o crescimento de micro e pequenas empresas. Em muitas situações, os produtos comercializados pela loja podem não agradar ou ainda não estarem de acordo com a população local, seja por se tratar de novidades muito avançadas ou peças antigas que não têm saída local.

Em muitos casos, estas barreiras comerciais são impostas pelas próprias empresas, que limitam-se às portas de ferro de seus estabelecimentos e têm receio de alçar vôos maiores. O e-commerce, no entanto, veio com o objetivo de por ao chão as barreiras do crescimento e mostrar para os empreendedores que o seu negócio pode crescer, mesmo que não seja aceito pelo público local onde o seu estabelecimento se situe.

Segundo dados publicados de 2009 pelo SEBRAE, apenas 20% das micro e pequenas empresas possuem um site na internet, um site simples, sem que haja a venda online de produtos. Ainda não há dados abrangentes sobre, porém acredita-se no país onde existem mais de 5 milhões de micro e pequenas empresas, menos de 1% destas tenham um sistema de e-commerce funcional, com o recebimento automático de pagamentos pela internet.

No comércio eletrônico brasileiro, mais de 90% dos R$ 16 bilhões faturados em 2010 foram divididos entre as empresas que encabeçam o mercado, tendo um valor aproximado de R$ 1,6 bilhão dividido entre lojas de menor porte. Para este ano, cogita-se que o mercado superará os R$ 20 bilhões de faturamento, valor este que poderia estar sendo saboreado de melhor maneira pelas micro e pequenas lojas.

Ter uma loja virtual é fácil, porém requer planejamento para que os micro e pequenos não se fadem ao prejuízo. A internet nos apresenta um leque enorme de possibilidades de veiculação de anúncios, por isso o investimento das pequenas lojas – que já é curto – acaba sendo direcionado em apenas um destes canais, que pode não ser o melhor para o produto que se planeja vender.

Uma limitação dos micro e pequenos pode estar no desconhecido que a internet provoca, mas não há com o que se preocupar. Ao se analisar fiamente, é possível observar que o processo de venda é semelhante ao do varejo tradicional, em que há o canal publicitário, o público-alvo, a peça publicitária, os produtos, o canal de vendas, o processo logísitico, etc.

Acreditar na internet como um novo e lucrativo canal de comercialização dos produtos é mais do que uma simples aposta de que possa realmente dar certo, é a clareza e objetividade que, com o apoio certo, a sua loja virtual poderá consumir boa parte dos bilhões anualmente transacionados neste mercado. A BoldCron, através de sua Consultoria, BPag Gateway de Pagamentos e CobreDireto, produtos voltados exclusivamente para o e-commerce brasileiro, reafirma o compromisso de manter as melhores práticas e soluções para auxiliar seus clientes e prospects na evolução de suas vendas através da internet.

Confie na BoldCron como a parceira ideal para a sua loja, seja ela pequena ou média, crescer ainda mais e alcançar patamares que até então eram difíceis de se imaginar.

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Presença de lojas virtuais no Brasil ainda é muito pequena

Com relação ao número de comércios abertos no país, o e-commerce é realidade para apenas 0,4% das empresas, porém tem tido forte crescimento e tem sido adotado de acordo com a disseminação da informação em seminários, associações comerciais e até mesmo no boca-a-boca entre empresários que já saborearam este mercado em expansão.

A afirmativa percentual citada acima é do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), que afirma que em 2008 o Brasil possuía apenas 4.818 lojistas virtuais. O número, no entanto, leva em consideração apenas lojas que tenham CNPJ, ou seja, são de fato pessoas jurídicas. Em comparação com 2003, o crescimento foi superior a 200%, pois o número na época era de 1.305 lojas virtuais.

A realidade do comércio eletrônico no Brasil é mais movimentada do que o número representado na pesquisa. Muitas lojas virtuais são criadas e administradas por pessoas físicas, que nem sempre acabam recolhendo os impostos devidos das transações financeiras e, por isso, acabam ficando de fora dos números oficiais, principalmente quando são estatísticas divulgadas pelo Governo – o que não ocorre neste caso.

O UOLHOST, por exemplo, braço do UOL responsável pelo fornecimento de serviços para micro e pequenas empresas, além de pessoas físicas, hospeda atualmente um número superior a 4.000 lojas virtuais. Além disso, numa análise ampla, deve-se considerar também lojista virtual aquele que efetua vendas através de sites de leilões, afinal há empresas e pessoas físicas que vivem deste tipo de comércio – que também é eletrônico.

Muitos profissionais liberais, como artesões, por exemplo, sentindo um crescimento enorme de concorrência em feiras de artesanato, encontraram no ambiente virtual formas de vender os seus produtos e de tê-los como exclusivos por consumidores de outras regiões do país, na qual a forma de aplicação de sua arte ainda é novidade.

De 2008 para cá, muita coisa mudou no e-commerce, até mesmo teremos regulamentações específicas que tratarão única e exclusivamente da operação de lojas virtuais. Acredita-se, então, que o número de lojas virtuais no Brasil tenha ultrapassado as casas decimais do milhar. Um bom termômetro para este tipo de análise pode ser o próprio Google, onde por pesquisas em termos variados, é possível observar que muitas das páginas iniciais são compostas de lojas virtuais de menor peso no mercado.

Este, sem dúvida, é o momento do comércio eletrônico no Brasil.

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BoldCron, ainda mais completa para os seus negócios

A  BoldCron faz parte do Grupo UOL DIVEO, que tem como foco principal a oferta de soluções específicas para médias e grandes empresas que busquem qualidade e excelência na prestação de serviços. O UOL DIVEO foi criado a partir da aquisição da empresa multinacional Diveo, além do forte investimento do Grupo UOL na construção do mais moderno datacenter do Brasil, o Datacenter UOL, localizado no coração de São Paulo.

Hoje, no entanto, gostaríamos de destacar as mudanças que foram aplicadas na BoldCron, com o objetivo de tornar os nossos negócios ainda mais abrangentes para as soluções de pagamentos online da sua empresa, englobando todos os meios necessários de se expandir as suas operações financeiras na internet, seja para o seu e-commerce, recorrência na cobrança de serviços, emissão de bilhetes ou tickets de passagens ou eventos, etc.

Confira a linha de serviços que a BoldCron preparou para a sua empresa e está disponível tanto para clientes, como para futuros parceiros comerciais:

- Processamento de Pagamentos (Gateway): O BPag, o mais sofisticado gateway de pagamentos, permanece como sendo a solução ideal para as suas transações na internet, com estabilidade, confiabilidade e capacidade de expansão. O suporte da BoldCron necessário para operacionalização da solução permanece com o compromisso de 24×7, assegurando total disponibilidade da plataforma para nossos consumidores;

- Monitoramento de Operação Online: Este serviço da BoldCron é voltado para empresas que necessitam de uma assessoria no monitoramento do ambiente de transações de sua operação online, gerenciamento de incidentes especializado e detecção contínua de possíveis pontos de melhorias em toda a operação;

- Conciliação Financeira: Gerenciamento do processo de conciliação financeira inerente à operação online da empresa, além do apontamento de possíveis inconsistências para a garantia de precisão dos dados gerados;

- Consultoria e Projetos Especiais: Desenvolvimento on demand de sistemas e integrações inerentes a meios de pagamentos online, bem como ao atendimento de necessidades de negócio e operação do cliente;

- Anti-Fraude: Automação do processo de análise de fraudes, integração com o gateway de pagamentos para aceleração do processo e redução da incidência de fraudes no ambiente online do cliente.

Com isso, a BoldCron mantém o compromisso de desenvolver e manter soluções que façam parte do dia-a-dia de nossos clientes e parceiros. Conte com a BoldCron em seus negócios.

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