julho 24, 2011
· Categoria Institucional
Aproveitando-se de uma boa fatia do segmento de e-commerce no Brasil, o mercado de compras coletivas ainda permanece aquecido, apesar de não se encontrar mais tão facilmente quanto antes notÃcias sobre o assunto.
A atividade do mercado é tanta, que recentemente tem sido possÃvel observar uma natural migração de sistemas de negócios, onde grandes players do e-commerce nacional passam a criar portais de compras coletivas ou de votos coletivos para seus consumidores escolherem produtos que estarão disponÃveis para compras caso sejam votados. Natural, observando o poder do mercado e, principalmente, sua capacidade de expansão nas redes sociais cada vez mais utilizadas pelos brasileiros.
Seguindo o cardume, o Yahoo! anunciou o inÃcio de sua operação de compras coletivas no Brasil, em parceria exclusiva com o PeixeUrbano, percursor do mercado no Brasil e um dos maiores players atuais. A união consiste na utilização do Yahoo! Ofertas como um canal de veiculação de anúncios especÃficos e segmentados para consumidores do Yahoo! que residam inicialmente em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.
Clientes logados na plataforma do Yahoo! visualizarão em locais estratégicos de todo o portal, anúncios especÃficos para a região em que mora, de acordo com o seu perfil de consumo de conteúdo e leitura de notÃcias do site.
A parceria tem tudo para ser promissora, tanto é que as duas empresas já estudam uma versão 2.0 do canal, em que os anúncios serão visualizados e saboreados também por usuários de smartphones e tablets, que poderão conferir as ofertas através de localização via GPS, recebendo propostas de consumo de locais que estejam próximos ao que o consumidor está no momento da veiculação.
O Yahoo! segue uma tendência que tem se espalhado e que, sem dúvida, ainda fará com que outras empresas fechem parcerias nas próximas semanas.
julho 23, 2011
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A iminente atualização do Código de Defesa do Consumidor que está sendo tratada por comissão especial composta de juristas indicada por José Sarney, prevê a atualização de artigos a fim de tornar a Lei ainda mais abrangente, bem como procurar a atualização de seus artigos para que peculiaridades do e-commerce sejam tratadas, além de evitar o superendividamento.
De acordo com informações preliminares sobre a atualização em curso, os artigos renovados tratarão de medidas cautelares que serão tomadas contra portais de e-commerce que descumprirem regras contidas no CDC e poderá chegar até mesmo à interrupção das vendas do site, ou seja, retirá-lo de operação.
Além disso, tanto no comércio eletrônico quanto no varejo tradicional, se aprovado, o novo acordo proibirá o uso de chamadas, como: “Parcelamento sem jurosâ€, “Taxa zero†ou então a promessa de venda informando que não haverá consulta em órgãos de proteção ao crédito do consumidor, como SPC e Serasa. Pelo novo entendimento, deve-se ficar claro para o consumidor que o produto que está sendo adquirido é de sua necessidade e a entidade que pretende vende-lo, não pode sob hipótese alguma força-lo, direta ou indiretamente, a levar uma mercadoria a qual não está buscando, ou seja, a compra por impulso.
A discussão ainda é longa, pois divide a opinião de especialistas, empresários, juristas e consumidores. Alguns entendem que a loja não deve ser responsabilizada pelo endividamento de seus clientes, uma vez que cada um é responsável por analisar se terá ou não condições de honrar os pagamentos da compra efetuada; Outros ressaltam o modelo europeu em vigor que considera que o fornecedor não pode, de maneira alguma, levar o seu parceiro contratual à falência.
De qualquer modo, se sancionadas as alterações propostas, todas as lojas virtuais e comércio varejistas fÃsico terão de se adaptar rapidamente à s modificações.
Com informações da Agência Migalhas.
julho 22, 2011
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A expansão da economia chinesa é notável e a maioria dos paÃses envolvidos na rede de negócios do gigante vermelho colhem bons frutos de parcerias comerciais. Milhares de executivos chineses mantêm-se em constantes viagens para as mais variadas nações mundiais e, logicamente, o Brasil não fica fora desta lista.
Além das vantagens econômicas encontradas no varejo, o e-commerce também tem sido responsável pela movimentação financeira de vários bilhões de dólares na China, conforme pudemos observar em alguns artigos especiais que tratamos no Blog BoldCron e Blog CobreDireto sobre o assunto.
De olho neste crescimento e no potencial de compra dos chineses no mundo, a Redecard em parceria com o Itaú, fecharam acordo com a maior operadora de cartões do mundo – e chinesa – UnionPay, que administra nada menos que 2,4 bilhões de clientes em sua carteira, um terço da população mundial. A parceria prevê que os consumidores da UnionPay que estiverem em viagem para o Brasil, poderão sacar em reais através de terminais (ATM) do Itaú espalhados pelo paÃs, que hoje são mais de 30 mil espalhados em todas as regiões.
Na utilização do cartão, a parceria prevê a possibilidade de venda através da bandeira UnionPay pela plataforma da Redecard, que disputa a liderança do mercado com a ascendente Cielo.
A plataforma virtual da Redecard será adaptada para receber as transações de clientes UnionPay e abrir um leque ainda maior de possibilidades para as empresas credenciadas, tornando o negócio, de fato, global.
julho 21, 2011
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O Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), recentemente discutido e assinado pelas operadoras de telefonia do Brasil, bem como pelo Governo Brasileiro e a ANATEL, prevê o fornecimento de internet de alta velocidade (pelo menos 1mbps) para todas as regiões do paÃs através de cabeamento fÃsico e, quando não houver a disponibilidade de tal, fornecimento da mesma taxa de conectividade por conexão 3G.
Do ponto de vista do e-commerce, o PNBL poderá e de fato ajudará a impulsionar ainda mais o volume transacionado no mercado. Crescimentos anuais de 30% em um mercado que fatura R$ 16 bilhões anuais já são de grande importância, mas a entrada dos novos consumidores de Classe C e D na internet contribuirão ainda mais para esta cifra.
A facilidade de compra, a expansão logÃstica das empresas de transportes brasileiras e a existência dos cartões de crédito com possibilidade de aquisições financiadas – e muitas vezes sem juros – trarão à realidade econômica digital brasileira uma nova classe de consumidores, que ainda estarão receosos quanto a nova tecnologia, mas que têm um poder de compra em potencial.
A vinda destes novos consumidores assemelha-se à s dificuldades enfrentadas no auge do e-commerce brasileiro anos atrás, quando a logÃstica ainda era um problema grave até mesmo para grandes metrópoles, mas havia um fator determinante para a decisão de rejeição à compra do consumidor: A falta de informação com relação à segurança das compras na internet.
Ultimamente grandes redes de televisão, disseminadoras de conteúdo para famÃlias das classes C e D que não possuem acesso à internet em nenhum local (casa, trabalho ou locais públicos), têm demonstrado que o e-commerce pode ser um aliado para levar produtos a regiões que até então não dispunham de ofertas dos mesmos, além de contribuir para a diminuição de aglomeração em grandes centros de compras.
Alguns hábitos, como o de carregar sacolas abarrotadas de presentes não mudarão, porém a tendência natural é que o peso proporcionado pelo carregamento das mesmas seja substituÃdo pela facilidade de clique em um carrinho de compras repleto de produtos e de esperança em um novo mundo que se abrirá para muitas famÃlias.
julho 20, 2011
· Categoria Institucional
Aqueles que conservam boa memória e tiveram uma vida econômica antes do Plano Real, lembram-se bem de como o fantasma da inflação é assustador e poderoso. Qualquer notÃcia publicada sobre o assunto pode ser motivo de preocupação até para os mais céticos.
Enquanto a inflação do paÃs tende a chegar à casa dos 7% neste ano, o e-commerce segue na contramão, motivado pela grande concorrência do mercado, e demonstra queda na avaliação média dos produtos comercializados. A tendência do mercado, que cresce entre 30% e 40% anualmente, é de diminuição de valores, uma vez que o mercado até então concorrido apenas por players do e-commerce tradicional têm dividido – e até se aproveitado – da entrada dos novos sites com leilões de centavos e sites de compras coletivas.
No comércio eletrônico brasileiro, a deflação medida pelo Provar (Programa de Administração o Varejo), ligado à FEA-USP, chegou a 1,5% no mês de junho. Quando comparado ao mês de maio, o Ãndice recuou 0,7%, demonstrando intensa disputa no mercado.
De todas as categorias mapeadas, as que mais apresentaram quedas nos preços foram: Telefonia e Celulares (3,0%), CDs e DVDs (2,9%) e Informática (2,5%), que encabeçam os mercados mais concorridos. Entretanto, duas categorias de produtos apresentaram inflação no mesmo perÃodo, o que não foi suficiente para puxar todo o Ãndice, sendo elas: Perfumes e Cosméticos (1,2%) e Linha Branca (0,4%).
O Ãndice e-Flation tem acompanhado mensalmente a movimentação de preços do e-commerce brasileiro e o Blog BoldCron marca o compromisso de manter as atualizações constantes sobre os preços que possam significar relevância em nosso mercado.
julho 19, 2011
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A globalização já é realidade e proporcionou a diminuição de fronteiras globais. PaÃses com milhares de quilômetros de distância, que se comunicavam com semanas de atraso, hoje podem se vangloriar de transferências de informações que levam poucas frações de segundos.
Esta realidade, no entanto, tem se tornado ineficaz quando o assunto é logÃstica internacional. A ineficiência não é ocasionada pela ausência de tecnologia, muito pelo contrário, atualmente existem milhões de softwares, hardwares e outras soluções que auxiliam no processo logÃstico, entretanto o custo operacional praticado por empresas de distribuição logÃstica brasileiras têm tornado o processo dificultoso para brasileiros que pretendem comprar produtos oriundos de outros paÃses.
O Brasil tem Leis que dificultam o processo de compra de produtos no exterior, exatamente para tornar o mercado brasileiro mais aquecido, valorizando a indústria nacional, mas a análise feita pela BoldCron vai mais a fundo, levando em consideração apenas a questão que envolve o custo da entrega de um produto comprado ou recebido como “gift†– de presente – de um amigo que reside no exterior.
Entre paÃses do continente Europeu, Asiático e tantas outras nações (inclusive da América Latina), o custo para envio de uma mercadoria com peso aproximado de 500 gramas com origem nos Estados Unidos, custa em média US$ 3,00 (R$ 4,80) para envio no próprio território norte americano, US$ 10,00 (R$ 16,00) para a grande maioria dos paÃses (incluindo Porto Rico, Japão, China, República Checa, etc.) e US$ 35,00 (R$ 56,00) para o Brasil. O custo da entrega da mercadoria, muitas vezes, é maior do que o valor do próprio produto enviado.
Outro motivo de revolta dos consumidores brasileiros é a demora. Enquanto produtos despachados para destinos no extremo asiáticos costumam demorar 7 dias (o que é mais rápido do que entregas despachadas e entregues dentro do próprio Brasil), a mesma mercadoria costuma demorar entre 30 e 45 dias para estar nas mãos dos consumidores brasileiros.
O procedimento logÃstico oneroso também é enfrentado por “e-comerciantes†é a exportação de seus produtos para compradores que residam em outros paÃses. Além do tempo de entrega, o custo acaba levando os consumidores para sites concorrentes que estejam nos Estados Unidos, por exemplo.
Espera-se que, com a universalização da internet, dos meios de pagamento e da capacidade de consumo dos clientes, as barreiras que impedem um comércio eletrônico mundial de fato, possam ser transpassadas e façam com que os e-lojistas e e-consumidores ganhem com isso.
julho 13, 2011
· Categoria Institucional
Após ter as vendas bloqueadas para o Estado do Rio de Janeiro, a Americanas.com voltou a ser autorizada a vender e entregar as suas mercadorias para consumidores fluminenses. A decisão foi da desembargadora Helda Lima Meireles, da 15ª Vara CÃvel do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Durante o procedimento de interrupção de comercialização, a Americanas.com permaneceu efetuando vendas em sua loja virtual, o que acarretou em uma multa estipulada pela Justiça do RJ. Em decorrência desta multa, houve um bloqueio de R$ 860 mil de contas bancárias da empresa.
Desde maio a empresa estava impedida de poder comercializar suas mercadorias para o Estado do Rio de Janeiro, devido ao atraso na entrega de produtos para clientes residentes nas cidades fluminenses. De acordo com informações do Ministério Público do RJ, no mês de janeiro, quando houve a proposta de interrupção de vendas, a gigante do e-commerce pertencente ao Grupo B2W acumulava 24 mil reclamações.
Com a determinação judicial, muitos dos produtos pendentes foram entregues e todo o procedimento logÃstico da empresa para a região está voltando à normalidade. Ainda não se sabe, no entanto, se todo o valor bloqueado será repassado à Justiça ou se a empresa conseguirá reverter a decisão tomada.
julho 7, 2011
· Categoria Institucional
A partir do dia 1º de julho novos estabelecimentos devem se adaptar a obrigatoriedade de emissão da Nota Fiscal eletrônica (NF-e), modelo 55. Ao todo são sete atividades econômicas, segundo o CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas), entre eles estão representantes comerciais e agentes de comércio de jornais, livros e outras publicações periódicas, além de franqueados e permissionários do Correio Nacional.
A substituição da versão em papel da NF-e modelo 1 ou 1-A está sendo realizada gradativamente de acordo com os critérios do CNAE. Desde sua obrigatoriedade em 2006, cerca de 592 mil empresas em todo o Brasil, que recolhem ICMS e IPI, já emitiram suas notas fiscais na versão eletrônica. O novo formato permitirá o compartilhamento de documentos entre a Receita Federal e as Secretarias da Fazenda do Estado.
Os contribuintes em situação fiscal irregular precisam procurar a Administração Fazendária do seu estado para regularizar o cadastro e conhecer o código do CNAE cadastrado para a sua empresa. Somente com estas informações corretas, os estabelecimentos estarão dentro das obrigatoriedades legais do estado. A seguir a lista da próxima obrigatoriedade de emissão de NF-e a partir de 01º/07/2011:
CNAE | Descrição CNAE
1811301 | Impressão de jornais
1811302 | Impressão de livros, revistas e outras publicações periódicas
4618403 | Representantes comerciais e agentes do comércio de jornais, revistas e outras publicações
4647802 | Comércio atacadista de livros, jornais e outras publicações
4618499 | Outros representantes comerciais e agentes do comercio especializado em produtos não especificados anteriormente
5310501Â |Â Atividades do Correio Nacional
5310502 | Atividades de franqueadas e permissionárias do Correio Nacional
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Com informações do Jornal Contábil
julho 6, 2011
· Categoria Institucional
A iminência de um PLC (Projeto de Lei Complementar) poderá colocar fim à guerra do ICMS travada entre os Estados Brasileiros acerca dos produtos vendidos através do comércio eletrônico.
A discussão leva alguns meses e ultimamente tem sido intermediada por integrantes do Governo Federal, em vista de que, apenas sendo tratado entre os Estados, o impasse estava longe de ter um final favorável para ambos os lados da discussão.
A briga não é à toa, os Estados, principalmente os localizados no Nordeste, reclamam que têm tido prejuÃzos por conta do ICMS das compras interestaduais que é arrecadado exclusivamente no Estado de origem da venda das mercadorias, geralmente localizado no Sudeste brasileiro. Por outro lado, os Estados que abriram os Centros de Distribuição dos grandes players do e-commerce nacional alegam que não pretendem dividir a alÃquota relativa à venda aos consumidores distantes.
Muitos e-commerces têm enfrentado batalhas judiciais com o objetivo de obterem liminares regionais para o envio de suas mercadorias sem que haja o que chamam de bitributação, uma vez que o ICMS (em alÃquota total) já é retido no Estado de origem. Reclamam que nem eles, muito menos os clientes, devem arcar com o segundo pagamento de um imposto que já tenha sido pago e que a medida é inconstitucional.
Uma recente recomendação do governador do Ceará, Cid Gomes, sugere um método de tributação que já é adotado por paÃses desenvolvidos, onde a maior parte do ICMS arrecadado será distribuÃda para o Estado envolvido na transação que tenha o menor grau de desenvolvimento. Outra ideia defendida por especialistas é fazer com que o ICMS do e-commerce seja distribuÃdo conforme o atual modelo do setor automobilÃstico, onde 55% do imposto fica com o Estado produtor e 45% é enviado para o Estado do consumidor.
julho 5, 2011
· Categoria Institucional
Por mais que não substitua o prazer de folhear páginas e mais páginas, os e-books estão sendo adotados pela população norte americana como uma forma de facilidade, podendo levar os seus livros favoritos para todos os lugares que forem, condicionados em um único aparelho leve e simples.
O Brasil, principalmente com o recente anúncio da Amazon.com em abrir a sua filial por aqui, também já tem aproveitado da facilidade dos e-books, que atualmente são vendidos em grandes e-commerces, como as livrarias Cultura e Saraiva.
Segundo dados divulgados pela AAP (Associação Americana de Editores), a venda de versões digitais de livros cresceu 200% no último mês de fevereiro em comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado total, são mais de US$ 160 milhões em vendas de conteúdo editorial digital.
No Brasil, com a chegada dos modelos de tablets e, principalmente, impulsionados pela grande compra de aparelhos como iPads, iPhones e outros smartphones, os grandes jornais e revistas já investiram em versões digitais, que normalmente possuem assinatura mensal e custo bastante inferior ao dos impressos. A grande vantagem é que os consumidores são informados sobre as novidades no momento em que elas ocorrem, sem que seja necessário aguardar a chegada do impresso em suas residências.
Outro fator favorável à existência dos E-books e versões digitais de impressos é que, muitas vezes, o leitor pode compartilhar em tempo real as suas opiniões com outros leitores, seja sobre uma notÃcia, livro ou matéria especÃfica.
Este tipo de tecnologia tem sido muito bem vista por vários escritores, que poderão focar o seu trabalho à criação de obras voltadas ao interesse do público e não especificamente seguindo as orientações de conteúdo de suas Editoras. A facilidade encontrada em ferramentas de billing virtual, como o CobreDireto ou o Pagseguro fazem com os autores possam vender as suas obras pela internet com um baixo investimento e grande escala, diferentemente dos percentuais que recebem de suas Editoras.
Entretanto, as grandes responsáveis pelas tiragens dos livros não devem ser vistas como vilãs, uma vez que muitas delas já projetam versões virtuais de suas grandes obras, dando facilidade de escolha para os leitores e aumentando a responsabilidade social com o meio ambiente, uma vez folhas deixarão de ser utilizadas.
Com informações de matéria veiculada pela jornalista CecÃlia Pinto Coelho.